A Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo prenderam o vereador Senival Moura (PT), além de empresários e integrantes do PCC, na Operação Última Parada. A ação mira lavagem de dinheiro da facção através da empresa Transunião, que opera linhas na zona leste da capital paulista.

DETALHES DA OPERAÇÃO

Senival Moura, presidente da Transunião, transporta cerca de 389 mil passageiros diariamente. As investigações começaram após o assassinato do ex-presidente da empresa em 2020 e apontam que o vereador seria braço-direito do executivo morto. Mensagens interceptadas sugerem uso de caixa dois para financiar campanha e benefícios à empresa.

PT E PCC: UMA PARCERIA PERIGOSA?

O caso reforça suspeitas de infiltração do crime organizado em setores públicos dominados pela esquerda. Enquanto o PT nega ligações, a prisão de um de seus vereadores em operação contra PCC expõe o risco real que o brasileiro enfrenta nas grandes cidades. A direita há anos alerta para essa conexão perigosa entre política e facções.

IMPACTO NA ZONA LESTE DE SÃO PAULO

A Transunião é peça central no transporte público local. A prisão do vereador pode levar a revisões em contratos e maior fiscalização, mas o episódio revela como serviços essenciais podem ser usados para branquear capitais ilícitos.

REAÇÃO CONSERVADORA

Bolsonaristas e a direita veem na operação mais uma comprovação de que o PT convive com estruturas criminosas. O contribuinte paga tarifas altas enquanto recursos são desviados. É urgente limpar o transporte público e acabar com a impunidade que protege aliados políticos.