O ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, ordenou que Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o "Sicário", perseguisse o empresário Luiz Camasmie após críticas em grupo de WhatsApp de operadores financeiros. O operador recebia R$ 1 milhão por mês para serviços criminosos.

ERROS DO SICÁRIO NA PERSEGUIÇÃO

"Sicário" confundiu Camasmie com seu pai, idoso de mais de 80 anos com doença neurodegenerativa. Outro equívoco: acreditou que o empresário morava na mansão onde Silvio Santos viveu, no Morumbi. Na verdade, a família residia na casa ao lado. As falhas foram relatadas em mensagens interceptadas pela PF.

CONTEXTO DA INVESTIGAÇÃO

Camasmie administra grupos de WhatsApp e páginas no Instagram. Após notificação extrajudicial para apagar mensagens no "Market Live", sofreu perseguição física e virtual. O ministro André Mendonça levantou sigilo da investigação, permitindo que o empresário conectasse os episódios.

REAÇÃO E IMPACTO

Camasmie afirmou ter sido vítima de “perseguição física e virtual”, inclusive contra o pai. O caso expõe métodos violentos usados por Vorcaro para silenciar críticos, reforçando acusações de organização criminosa no escândalo do Banco Master. A proximidade com a residência de Silvio Santos chama atenção para o alcance das ações.

CONSEQUÊNCIAS PARA O CASO MASTER

A revelação fortalece as investigações sobre milícia privada de Vorcaro. A direita e conservadores veem mais evidências de como o crime organizado infiltra setores econômicos e usa intimidação contra quem expõe irregularidades.