Uma articulação de bastidores dentro do Supremo Tribunal Federal (STF) busca criar nulidades jurídicas para proteger o ministro Alexandre de Moraes de eventuais revelações da delação premiada de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Conforme análise do vídeo publicado pelo canal de Deltan Dallagnol e reportagem do jornal O Globo de 8 de maio de 2026, uma ala de magistrados — que incluiria Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Flávio Dino — tem expressado "preocupação" com o uso da colaboração para "pressionar" integrantes da Corte. O ex-procurador Dallagnol denuncia que o plano consiste em desqualificar a delação antes mesmo de seu conteúdo ser integralmente conhecido, preparando o terreno para anulações futuras sob o pretexto de "irregularidades processuais". Esse movimento é comparado ao arquivamento da delação de Sérgio Cabral, que mencionava Dias Toffoli, reforçando a percepção de um "acordão" para garantir a impunidade de poderosos. A tensão escalou após o ministro André Mendonça autorizar operações contra o senador Ciro Nogueira, no que é visto por aliados de Moraes como um ataque frontal que pode alcançar o coração do tribunal. Em paralelo, a fragilidade institucional do Brasil reflete-se na política externa, onde o governo Lula obteve apenas 30 dias de trégua nas tarifas impostas por Donald Trump, sem garantias de recuo definitivo. Para o cidadão conservador, o cenário no STF representa o ápice do autoritarismo judicial e da proteção mútua entre juízes que atuam como atores políticos para evitar investigações legítimas. Na prática, a estratégia de "plantar nulidades" serve para manter o sistema de perseguição à direita intocado, garantindo que as leis e o rigor policial sejam aplicados apenas contra opositores, enquanto os membros da cúpula do Judiciário permanecem blindados por uma redoma de proteção corporativista que ignora a transparência e a moralidade pública.