ALEXANDRE DE MORAES BLOQUEIA CONTA BANCÁRIA DE DOAÇÕES DO JORNALISTA SÉRGIO TAVARES
O jornalista português Sérgio Tavares denunciou nesta segunda-feira (15 de junho de 2026) que o ministro do STF Alexandre de Moraes determinou o bloqueio e encerramento de sua conta no banco BTG no Brasil. Os recursos eram destinados exclusivamente às doações para financiar o documentário “O Falso Juiz 2”, sequência da produção crítica ao ministro.
O jornalista português Sérgio Tavares revelou em live que o ministro Alexandre de Moraes ordenou o bloqueio de sua conta bancária no Brasil, utilizada para receber doações destinadas à produção do documentário “O Falso Juiz 2”. Segundo Tavares, a conta no BTG foi integralmente bloqueada e encerrada, impedindo acesso aos valores arrecadados. O caso reforça as críticas de censura e perseguição política contra vozes conservadoras que questionam o ativismo judicial no STF.
CONTEXTO E HISTÓRICO
Sérgio Tavares é conhecido por produzir o documentário “The Fake Judge” (O Falso Juiz), que expõe supostos abusos de poder de Alexandre de Moraes. Ele já foi detido pela PF em 2024 no aeroporto de Guarulhos ao tentar cobrir manifestação pró-Bolsonaro. Agora, o bloqueio da conta de doações ocorre durante a produção da sequência do filme, visto como continuação das críticas ao ministro. Tavares apresentou e-mail do banco confirmando a medida judicial.
PERSONAGENS E ENVOLVIDOS
- Sérgio Tavares: Jornalista português, correspondente da Auri Verde Brasil na Europa, autor de documentários críticos ao STF.
- Alexandre de Moraes: Ministro relator do STF, apontado como autor da ordem de bloqueio.
- Banco BTG: Instituição onde a conta de doações estava mantida.
- Documentário “O Falso Juiz 2”: Projeto em produção financiado por doações populares.
- Comunidade conservadora e bolsonarista: Principal base de apoio e doadores de Tavares.
REAÇÕES
A direita e os bolsonaristas condenam o ato como censura financeira e mais um exemplo de perseguição política por parte de Alexandre de Moraes contra quem o critica. Sérgio Tavares classificou a medida como tentativa de asfixiar financeiramente o jornalismo independente. Nas redes sociais, o caso gerou revolta entre conservadores, que veem o bloqueio como ataque à liberdade de expressão e ao direito de financiar projetos críticos ao governo e ao Judiciário. Até o momento, não há manifestação oficial do STF ou de Moraes sobre o caso.
CONSEQUÊNCIAS
O bloqueio impede diretamente o financiamento do documentário, podendo atrasar ou comprometer sua produção. Indiretamente, cria um efeito inibidor sobre outros jornalistas e produtores de conteúdo conservadores, reforçando o receio de represálias por parte do STF. A medida atinge a liberdade de expressão e o apoio popular via doações.
POSSÍVEIS DESDOBRAMENTOS
O caso pode gerar novas denúncias internacionais, protestos da direita e questionamentos sobre o uso de poderes judiciais para bloquear contas sem transparência. Tavares deve continuar expondo o episódio em lives e redes, ampliando a repercussão global do documentário. Pode ainda motivar ações judiciais ou parlamentares pedindo esclarecimentos sobre a decisão.

