EDUARDO BOLSONARO TEME ATENTADO CONTRA FLÁVIO BOLSONARO EM MEIO À PRÉ-CAMPANHA
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro declarou em entrevista à Rede Comunica Brasil que o irmão, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e pré-candidato à Presidência, corre risco crescente de ser assassinado à medida que avança nas pesquisas eleitorais. A declaração gerou debate no Morning Show da Jovem Pan.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) manifestou publicamente preocupação com a segurança do irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), afirmando que ele pode sofrer um atentado. A declaração foi feita durante entrevista à Rede Comunica Brasil, publicada em 10 de junho de 2026. Eduardo alertou que, quanto mais Flávio se fortalecer como pré-candidato à Presidência, maior se torna o risco, questionando: “se tirar Flávio, quem é que resta?”. O tema também foi debatido no Morning Show da Jovem Pan.
CONTEXTO E HISTÓRICO
A preocupação da família Bolsonaro com atentados remete à facada sofrida por Jair Bolsonaro em 2018 durante a campanha presidencial. Recentemente, Flávio Bolsonaro passou a usar colete à prova de balas em eventos públicos por medo de violência política. Eduardo citou o avanço da pré-candidatura de Flávio como fator que aumenta o “valor” de um eventual atentado, em um cenário de forte polarização e ameaças relatadas contra líderes conservadores. Jair Bolsonaro, mesmo em situação restrita, também já expressou temores semelhantes sobre a segurança do filho.
PERSONAGENS E ENVOLVIDOS
- Eduardo Bolsonaro (PL-SP): Ex-deputado, residindo nos EUA, autor da declaração de alerta.
- Flávio Bolsonaro (PL-RJ): Senador, pré-candidato à Presidência da República em 2026.
- Jair Bolsonaro: Ex-presidente, pai dos dois, que também demonstrou preocupação com a segurança de Flávio.
- Rede Comunica Brasil: Veículo onde Eduardo concedeu a entrevista.
- Morning Show (Jovem Pan): Programa que debateu o tema e as implicações para a segurança do pré-candidato.
- Comunidade bolsonarista e direita conservadora: Principal base que reage às declarações.
REAÇÕES
A direita e os bolsonaristas veem o alerta de Eduardo como demonstração de responsabilidade familiar e denúncia da escalada de violência política incentivada pela esquerda e pelo atual governo. Nas redes sociais, apoiadores reforçaram a necessidade de proteção máxima a Flávio e condenaram o ambiente de ódio criado contra o movimento conservador. A esquerda e veículos alinhados ao governo tendem a minimizar ou explorar as declarações como suposta “vitimização”. Flávio Bolsonaro tem reforçado publicamente sua segurança.
CONSEQUÊNCIAS
O alerta expõe o clima de insegurança que envolve a família Bolsonaro e a pré-candidatura de Flávio, reforçando o debate sobre violência política no Brasil. Diretamente, aumenta a necessidade de medidas de proteção ao senador. Indiretamente, pode mobilizar a base conservadora e destacar o risco real que líderes de direita enfrentam ao desafiar o establishment.
POSSÍVEIS DESDOBRAMENTOS
O episódio pode levar a maior reforço na segurança de Flávio Bolsonaro durante a campanha, novas denúncias de ameaças e ampliação do debate sobre polarização e incitação à violência. Caso se confirme qualquer plano concreto, pode gerar crise institucional e maior apoio popular à candidatura conservadora como reação.

