THE ECONOMIST FAZ CAMPANHA PARA LULA E TRANSFORMA ATAQUE AO PIX EM “PRESENTE ELEITORAL” PETISTA
Revista britânica de linha progressista tenta salvar o governo Lula ao dizer que ofensiva de Trump contra o Pix fortalece o petista. Publicação ignora que o sistema nasceu no governo Bolsonaro e que a esquerda só descobriu o “orgulho nacional” quando convenha eleitoralmente.
A revista britânica The Economist, conhecida por posições globalistas e críticas recorrentes a governos de direita, publicou análise em que classifica os ataques do governo Donald Trump ao Pix como um “presente eleitoral” para Luiz Inácio Lula da Silva. O texto tenta transformar uma disputa comercial legítima em narrativa de soberania sob medida para o PT, ignorando o histórico real do sistema e as contradições do PT.
REVISTA PROGRESSISTA TENTA SALVAR LULA COM NARRATIVA PRONTA
Segundo a The Economist, o Pix virou “fonte de orgulho nacional” justamente por ter sido alvo de Washington, e a ofensiva americana só faria os brasileiros gostarem ainda mais da ferramenta. A publicação admite que parte das críticas dos EUA à política comercial brasileira tem fundamento, mas afirma que o caso específico do Pix “não se sustenta”. O diagnóstico da revista, no entanto, serve claramente a um objetivo político: ajudar Lula a capitalizar o tema em ano eleitoral, pintando o petista como defensor da soberania enquanto esconde o desastre econômico e a fragilidade do governo.
PIX NASCEU NO GOVERNO BOLSONARO – A ESQUERDA SÓ DESCOBRIU DEPOIS
O que a The Economist e a imprensa progressista preferem não destacar é que o Pix foi lançado em novembro de 2020, durante o governo Jair Bolsonaro, sob a gestão de Roberto Campos Neto no Banco Central. Foi a administração bolsonarista que implementou o sistema gratuito, instantâneo e de massa que hoje é usado por mais de 80% dos brasileiros. A esquerda, que durante anos tratou o Banco Central de Campos Neto como inimigo, agora se apropria do Pix como se fosse conquista petista. A conveniência é explícita: só virou “patrimônio nacional” quando Trump e a Casa Branca colocaram o sistema na mira.
CRÍTICAS AMERICANAS TÊM BASE – LULA PREFERE O DISCURSO FÁCIL
A ofensiva do governo Trump, via Seção 301, aponta o dualismo do Banco Central (regulador e operador do Pix) e regras que obrigam bancos a dar destaque e isenção de tarifas ao sistema estatal. Empresas americanas de pagamento alegam desvantagem competitiva. Em vez de negociar com seriedade e defender o interesse nacional de forma madura, o governo Lula optou pelo caminho eleitoreiro: cartazes “O Pix é do Brasil”, discursos inflamados e tentativa de jogar a opinião pública contra Flávio Bolsonaro e a direita. A The Economist endossa exatamente essa estratégia, chamando o ataque americano de “presente” para o petista.
ESQUERDA USA SOBERANIA COMO PALANQUE E IGNORA OS PROBLEMAS REAIS
Enquanto Lula e o PT transformam o Pix em bandeira de campanha, o Brasil continua com juros altos, inflação pressionada, gasto público descontrolado e insegurança jurídica crônica – exatamente os fatores que enfraquecem o país em qualquer negociação internacional. A direita e os bolsonaristas defendem o Pix como conquista brasileira legítima, criada sob Bolsonaro, e rejeitam tanto a interferência indevida quanto o oportunismo petista. Flávio Bolsonaro chegou a defender publicamente o sistema em Washington, tentando separar a defesa do Pix da agenda destrutiva do atual governo.
IMPRENSA INTERNACIONAL A SERVIÇO DA NARRATIVA LULISTA
A leitura da The Economist revela mais sobre a própria revista do que sobre o Brasil. Em vez de analisar com frieza os méritos e riscos de um sistema de pagamentos estatal dominante, a publicação prefere o enquadramento político que beneficia a esquerda: Trump vilão, Lula vítima soberana, Pix como arma eleitoral. É o mesmo padrão visto em coberturas anteriores sobre o Brasil, sempre mais generosas com o PT e implacáveis com a direita. O resultado prático é entregar a Lula, de graça, uma bandeira emocional em ano de eleição.
O Pix é, de fato, um sucesso brasileiro. Mas o verdadeiro presente eleitoral não foi dado por Trump. Foi fabricado pela esquerda e chancelado por uma imprensa internacional que, mais uma vez, escolheu lado.

