Na madrugada de 2 de julho, por volta das 2h34, dois indivíduos invadiram a Havan de Maceió (AL), arrombaram a porta da Estátua da Liberdade, detonaram uma bomba caseira e espalharam centenas de papéis com frases ideológicas. O ato foi classificado como terrorismo pela empresa. Por sorte, a estátua não sofreu danos graves, mas o episódio gerou revolta.

SÉRIE DE ATAQUES CONTRA A HAVAN

Este não é um caso isolado. A rede já sofreu ataques semelhantes em Petrolina (PE), Porto Velho (RO) e São Carlos (SP), com incêndios e destruição de estátuas. Os criminosos parecem visar símbolos associados ao empresário Luciano Hang e ao pensamento liberal-conservador.

REPERCUSSÃO E COBRANÇA

O fundador da Havan, Luciano Hang, manifestou indignação e cobrou ação das autoridades. “É muita falta do que fazer. Agora vão sair depredando tudo que pensam diferente?”, questionou. A empresa reforça a necessidade de ordem, respeito e punição exemplar.

ANÁLISE EDITORIAL

Ataques terroristas contra empresas e símbolos privados revelam intolerância ideológica de setores radicais. A Havan, que representa empreendedorismo, trabalho e liberdade, tem sido alvo recorrente exatamente por defender valores conservadores. A direita defende que o Estado garanta segurança e puna com rigor quem usa violência para impor narrativas. O Brasil não pode se tornar refém do crime e do terrorismo político. As autoridades precisam agir com celeridade para identificar e punir os responsáveis.