BORIS CASOY CHAMA DE “VERGONHA” A FALTA DE EFETIVO DA PF PARA INVESTIGAR FRAUDES BILIONÁRIAS NO INSS
Jornalista veterano critica duramente a justificativa da Polícia Federal de que as apurações sobre o maior esquema de fraudes no INSS estão travadas por falta de pessoal. Aposentados e pensionistas, os mais vulneráveis, seguem lesados.
Em comentário no programa “Ceará Antenado”, o jornalista Boris Casoy classificou como “vergonha” a situação das investigações sobre fraudes no INSS. A PF alega falta de efetivo para avançar no caso, que envolve prejuízos bilionários aos cofres públicos e diretamente aos aposentados e pensionistas — a parcela mais vulnerável da população.
DEVERIA SER PRIORIDADE ABSOLUTA
Boris destacou que, enquanto o esquema não é desmantelado com prioridade, milhares de beneficiários legítimos sofrem com filas, atrasos e recursos desviados. “Isso é uma vergonha”, afirmou o jornalista, cobrando agilidade das autoridades.
CONTEXTO DAS FRAUDES NO INSS
O INSS é um dos maiores alvos de quadrilhas especializadas em fraudes previdenciárias. A lentidão nas investigações reforça a percepção de ineficiência do Estado em proteger quem mais depende da Previdência Social.
ANÁLISE EDITORIAL
A crítica de Boris Casoy é procedente. O governo Lula, que tanto fala em “cuidar dos mais pobres”, permite que fraudes bilionárias no INSS continuem drenando recursos destinados a aposentados. A falta de efetivo na PF não pode servir de desculpa eterna. A direita conservadora defende investimento real em segurança pública e combate à corrupção, com prioridade para proteger os mais vulneráveis. O povo brasileiro, especialmente os idosos, não aguenta mais essa ineficiência crônica.

