A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (3) a segunda fase da Operação Quadro Negro para aprofundar as investigações sobre um suposto esquema que teria causado prejuízo de R$ 9,6 milhões à Universidade Federal Fluminense (UFF). Servidores e representantes de empresas contratadas pela instituição teriam atuado em conluio para viabilizar pagamentos irregulares e ocultar a destinação dos recursos públicos.

BUSCAS E APREENSÕES

Foi cumprido mandado de busca e apreensão no Rio de Janeiro. Documentos e um disco rígido (HD) foram recolhidos. A PF busca esclarecer a atuação de uma empresa que teria assumido a intermediação financeira após interrupção de repasses anteriores, com indícios de continuidade das irregularidades até 2019.

CRIMES INVESTIGADOS

Os fatos podem configurar, em tese, peculato, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa. A operação mira a malversação de verbas federais em uma das principais universidades públicas do país.

Casos de desvio de recursos em universidades federais expõem o problema crônico da gestão pública sob influência petista e de aliados. Bilhões de reais do contribuinte são destinados ao ensino superior, mas escândalos recorrentes revelam conluio entre servidores e empresas. A direita conservadora defende auditoria rigorosa, transparência total e punição exemplar. O dinheiro público não pode continuar alimentando esquemas enquanto estudantes e professores sofrem com estrutura precária.