A três dias do primeiro turno, o Polymarket, mercado de apostas que funciona lá fora, passou a tratar Flávio Bolsonaro como favorito claro a ser eleito presidente. Por volta das 10h desta quinta-feira (1º), a Revista Oeste leu 62% para Flávio e 37% para Lula, uma diferença de 25 pontos, a maior entre os dois nessa plataforma até aqui, e Claudio Dantas registrou, numa captura das 4h, 63,3% para Flávio e 37% para Lula.

Isso não é intenção de voto e não é pesquisa registrada no TSE, porque o número é o preço de um contrato em que quem aposta, em geral com criptomoeda, compra a chance de um nome vencer a eleição. O contrato da presidência brasileira já movimentou cerca de US$ 158 milhões, e na captura das 4h Renan Santos e Geraldo Alckmin apareciam com menos de 1%, num site que está bloqueado no Brasil.

A virada de Flávio nesse mercado começou no início de setembro. Na semana passada ele chegou a 61% contra 38%, caiu para baixo de 60% e voltou a subir nesta reta final. Hélio Beltrão publicou, ao comentar o tema, a frase “quem mandou se aliar à bigorna?”, sem dizer o nome de quem seria a bigorna, e a votação é domingo (4).