O advogado Daniel Lopes Monteiro, preso preventivamente em 16 de abril de 2026 na quarta fase da Operação Compliance Zero e apontado pela Polícia Federal — com decisão do ministro André Mendonça, do STF — como “operador” e “arquiteto jurídico” do esquema ligado ao Banco Master de Daniel Vorcaro, foi quem estruturou juridicamente o MBL de Renan Santos, movimento que antecedeu o partido Missão, segundo a coluna de Mariana Barbosa no UOL (9/9/2026). Monteiro, descrito pela PF como homem de confiança de Vorcaro e investigado sob suspeita de estruturar fundos e blindagem societária no caso Master, era próximo de Renan e de Kim Kataguiri, participava de atos do grupo e, com sua assessoria, o movimento passou a ter CNPJ e a poder receber doações; documentos da Receita Federal apontam que empresas ligadas a ele receberam R$ 109 milhões do Master entre 2022 e 2025, enquanto a defesa afirma atuação estritamente técnica e rejeita a tese de “operador financeiro”. Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, cujo núcleo jurídico incluía Daniel Monteiro segundo a PF

Enquanto Renan Santos e o Missão acusam a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) de apoio ilegal da Rockbridge Network — rede conservadora ligada a J.D. Vance — e pedem escrutínio sobre “dinheiro estrangeiro”, o registro jornalístico e policial de que o mesmo advogado apontado como operador do Master assessorou o núcleo do MBL/Renan é o contraponto factual à ofensiva: quem cobra pureza de caixa alheio responde também pelos vínculos documentados do próprio campo, sem inventar condenação de Renan no Master, mas sem apagar a assessoria já publicada. Senador Flávio Bolsonaro, alvo da ofensiva de Renan Santos e do Missão sobre a Rockbridge