Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores se declararam inocentes nesta quinta-feira (15) das novas acusações de conspirar para torturar opositores políticos. A audiência ocorreu no tribunal federal de Manhattan, perante o juiz Alvin Hellerstein. Maduro e Flores vestiam uniforme prisional bege e estavam algemados pelos tornozelos.

Maduro disse que as acusações eram falsas e já haviam sido feitas antes. Ele rejeitou o documento na íntegra. Flores afirmou que é totalmente inocente e não é culpada. O juiz registrou a declaração de inocência. As novas acusações foram apresentadas em 8 de outubro e se somam às anteriores de narcotráfico e tráfico de armas. Maduro e Flores foram capturados em Caracas em janeiro de 2026 por forças americanas a mando de Donald Trump e levados para Nova York.

Eles não são acusados de terem cometido pessoalmente os atos de tortura. Caso sejam condenados por todas as acusações, cada um enfrentaria pena mínima de 50 anos de prisão. O julgamento foi adiado para 14 de junho de 2027. A próxima audiência está marcada para dezembro.