O governo Lula credenciou o general venezuelano Luis Gerardo Reyes Rivero como novo agregado militar da Embaixada de Venezuela em Brasília, desafiando sanções impostas pelos Estados Unidos desde novembro de 2025. Reyes Rivero é investigado por envolvimento em operações de repressão do regime chavista, participando de ações contra manifestações pós-eleitorais de 28 de julho de 2024. A decisão ocorre em meio a tensões entre Brasil e EUA agravadas desde janeiro de 2026 pela postura de Lula favorável a Nicolás Maduro, recusando-se a reconhecer a prisão de Maduro por operação militar americana. O governo Trump classifica militares como Reyes Rivero como aliados do tráfico internacional. Palácio do Planalto mantém canal aberto com representantes chavistas no Brasil, desrespeitando sanções internacionais.