Derrubando mais uma fake news. E essa é a mãe de todas.

Em 14/10, O Globo publicou que Flávio Bolsonaro seria “usuário master” da conta de uma empresa minha no Santander. Daí veio a bola de neve: “sócio da empresa”, “sócio de bet”, dezenas de sites, Jornal Nacional. Tudo em cima de uma única informação. E ela era falsa.

Quem diz isso não sou eu. É o Santander, por escrito, em carta de 23/10. A conta foi aberta em 16/05/2025 e o único usuário master, desde o início, sou eu. Flávio nunca foi usuário dessa conta. A lista completa está no vídeo. Procure o nome dele. Não está.

Sem usuário master, não tem “sócio da empresa”. Sem “sócio da empresa”, não tem “sócio de bet”. Flávio nunca teve sociedade comigo. Nossa relação é de amizade e amizade não é crime.

No mesmo dia em que o banco derrubou a mentira, saiu uma decisão sob sigilo bloqueando “até R$ 6 bilhões” meus. Um número sem nenhuma relação com o meu patrimônio e ela foi parar na imprensa a menos de 48 horas do 2º turno. A justificativa repetida? A mesma fake news.

Isso tem nome: pescaria probatória para usar na campanha. Primeiro o Richarlison, depois a “sala secreta”, agora o “usuário master”.

Conservadores observam que a carta do Santander, se confirmada, desmonta a narrativa principal usada pela imprensa e pela PF para sustentar a hipótese de sociedade oculta entre Flávio e Willer. O timing do bloqueio bilionário determinado por Moraes, a dois dias da votação, reforça a percepção de interferência judicial na reta final da eleição.