VITÓRIA HISTÓRICA DA DIREITA NA COLÔMBIA: ABELARDO DE LA ESPRIELLA VENCE E CONSOLIDA ONDA CONSERVADORA NA AMÉRICA DO SUL
Candidato de direita Abelardo de la Espriella derrota o petrista Iván Cepeda no segundo turno e assume a presidência da Colômbia. Com o resultado, a maioria dos países sul-americanos passa a ser governada por líderes de direita, marcando o fim do ciclo de esquerdas radicais na região.
Abelardo de la Espriella, candidato de direita do movimento Defensores de la Patria, venceu Iván Cepeda (Pacto Histórico) na segunda volta das eleições presidenciais da Colômbia e será o novo presidente do país. A vitória consolida o giro conservador na América do Sul, onde agora a maioria dos governos é de direita.
RESULTADO E REPERCUSSÃO
De la Espriella, conhecido como “El Tigre”, prometeu mão dura contra a criminalidade, guerrilhas como o ELN e políticas intervencionistas do petrismo de Gustavo Petro. Sua campanha enfatizou segurança, economia liberal e valores tradicionais, com apoio explícito de figuras como Donald Trump. A derrota de Cepeda, que representava a continuidade do modelo de esquerda, marca o fim de uma era de insucessos econômicos e insegurança na Colômbia.
ONDA DE DIREITA NA AMÉRICA DO SUL
Com a vitória de De la Espriella, a região registra maioria de governos conservadores ou de centro-direita. Países como Argentina (Milei), El Salvador (Bukele), Paraguai, Uruguai e agora Colômbia reforçam o bloco contrário ao socialismo do século XXI. O “efeito Trump” e o desgaste de governos de esquerda — marcados por corrupção, inflação e violência — impulsionam a virada.
ANÁLISE EDITORIAL
A vitória de De la Espriella é um duro golpe no projeto de esquerda regional liderado por Lula e Petro. Conservadores celebram o retorno à defesa da liberdade, da soberania nacional, da família e da ordem pública. A esquerda, isolada, vê seu modelo fracassar perante a vontade popular. A América do Sul dá mais um passo para longe do autoritarismo e do populismo econômico.

