TRUMP REPETE EM CUBA O ROTEIRO DE MADURO COM INDICIAMENTO DE RAÚL CASTRO
A Casa Branca aperta o cerco contra a ditadura cubana, envia porta-aviões ao Caribe e abre caminho para o fim do regime comunista com o apoio de Marco Rubio.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, iniciou uma ofensiva fulminante contra a ditadura de Cuba que repete, passo a passo, a estratégia cirúrgica utilizada para a captura e prisão do ditador venezuelano Nicolás Maduro em janeiro deste ano. O marco inicial desta nova operação ocorreu com o indiciamento federal do ex-presidente cubano Raúl Castro, de 94 anos, acusado formalmente de assassinato e conspiração pelo abate de dois aviões civis da organização de exilados Irmãos ao Resgate em 1996, episódio que resultou na morte de quatro pessoas, incluindo três cidadãos norte-americanos. A peça jurídica, chancelada secretamente por um grande júri, funciona como o sinal verde político e legal que Washington precisava para sufocar o Palácio da Revolução.
O NERVO EXPOSTO DO PRECEDENTE VENEZUELANO
O atual líder do regime cubano, Miguel Díaz-Canel, classificou a medida como uma manobra política para justificar uma agressão militar, mas o fato é que o roteiro norte-americano é idêntico ao que retirou Maduro do poder em uma operação de 48 minutos em Caracas. Assim como ocorreu na Venezuela, onde o indiciamento por narcoterrorismo antecedeu a ação de captura, os EUA agora estabelecem a base legal internacional para tratar a cúpula de Havana não como governantes legítimos, mas como criminosos procurados pela Justiça. Para elevar a pressão ao nível máximo, o Comando Sul dos EUA confirmou a movimentação do porta-aviões USS Nimitz e de sua frota de apoio para as águas do Mar do Caribe, posicionando força militar real a poucos quilômetros da ilha.
MARCO RUBIO E A ASFIXIA ECONÔMICA
Na linha de frente da operação, o secretário de Estado, Marco Rubio, filho de imigrantes cubanos, assumiu o controle da narrativa e anunciou um pacote de 100 milhões de dólares em ajuda humanitária contendo alimentos e medicamentos destinados à população da ilha. No entanto, Rubio impôs uma condição inegociável: nenhum centavo passará pelas mãos do governo de Díaz-Canel, e a distribuição será feita exclusivamente pela Igreja Católica e entidades beneficentes independentes. Ao expor a falência energética e o desabastecimento crônico provocados por décadas de comunismo, os Estados Unidos minam a pouca sustentação interna que resta ao regime. Rubio declarou abertamente que, embora Washington prefira uma transição pacífica e negociada, a probabilidade de uma saída diplomática com os atuais dirigentes é extremamente baixa.
O FIM DA LINHA PARA O COMUNISMO CARIBENHO
Donald Trump foi direto ao abordar a crise humanitária na ilha, destacando que Cuba perdeu seu principal sustentáculo financeiro após a queda de Maduro na Venezuela, onde soldados cubanos morreram tentando proteger o ditador aliado. Sem o petróleo venezuelano e enfrentando apagões constantes e falta de comida, o regime de Havana encontra-se isolado como nunca antes na história recente. Com o apoio massivo da comunidade cubano-americana em Miami, a Casa Branca deixa claro que não dará tempo para a ditadura se reorganizar. A mensagem enviada ao mundo é inequívoca: as opções estão na mesa, o cerco legal e militar está fechado e o roteiro para o colapso definitivo do castrismo já está em plena execução.

