Durante a cúpula do G7 na França, o presidente Donald Trump ignorou completamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O mandatário americano evitou saudá-lo na foto oficial dos líderes e não deu espaço para qualquer reunião bilateral, mesmo com o petista posicionado estrategicamente para forçar um diálogo sobre o tarifaço imposto pelos Estados Unidos.

Lula chegou entre os primeiros para tentar articular um encontro, mas a estratégia não surtiu efeito. A imprensa internacional, incluindo a UNH Plus, destacou o episódio como mais um sinal de isolamento do governo petista no cenário global.

TENTATIVA FRUSTRADA DE BILATERAL

O principal objetivo de Lula era discutir as tarifas americanas sobre produtos brasileiros. No entanto, Trump priorizou sua agenda e não demonstrou interesse em concessões ao líder de um governo visto como ideologicamente oposto e fraco no combate ao crime organizado — especialmente após os EUA classificarem PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas.

LULA CRITICA INDIRETAMENTE E É IGNORADO

Mesmo sem interação direta, Lula fez críticas veladas ao protecionismo e ao unilateralismo americano em seu discurso. Trump passou ao lado do petista durante a formação da foto oficial sem cumprimentá-lo ou interagir, gerando “climão” registrado em vídeos que circularam nas redes.

A direita e os bolsonaristas veem o episódio como humilhação previsível: Lula, que ataca Trump em casa e no exterior, colhe o resultado de sua diplomacia ideológica e subserviente a pautas globais esquerdistas. Enquanto o Brasil sofre com ameaças de tarifaço que prejudicam exportadores, emprego e o agronegócio, o petista coleciona vexames internacionais.

IMPACTO E ISOLAMENTO

A ausência de bilateral reforça o pragmatismo de Trump, que coloca os interesses americanos em primeiro lugar (“America First”) e não perde tempo com líderes que não entregam resultados concretos. O Planalto tenta minimizar o ocorrido, mas a repercussão negativa na imprensa internacional expõe a fragilidade da posição brasileira.