Sergio Tavares, correspondente da Auriverde Brasil na Europa, publicou que, mesmo com fortes suspeitas de fraude, Flávio Bolsonaro venceu a eleição de domingo, que o sistema eletrônico parou a contagem durante uma hora quando Flávio estava perto de passar de 50% e vencer no primeiro turno, e que, depois dessa quebra, que ele diz não ter sido explicada pelo TSE, Lula recuperou votos sem flutuação e acabou perdendo por apenas dois pontos, o que empurrou a disputa para o segundo turno.

O que a CNN e o G1 registraram na mesma noite é que o painel de divulgação do TSE ficou cerca de uma hora sem atualizar os números da Presidência, e Kassio Nunes Marques, presidente da corte, disse em coletiva que o atraso veio de um congestionamento no sistema de divulgação, que a equipe de tecnologia encontrou um fluxo de dados acima do normal, isolou o sistema e religou, que o TSE tinha absoluto controle da situação e que a apuração e a totalização dos votos não foram comprometidas, além de descartar interferência externa.

A Reuters tinha mostrado, mais cedo, com 31,9% das seções, Flávio em 50,74% e Lula em 41,14%, e anotou que estados em que Flávio liderava estavam com a apuração mais adiantada, e o resultado final, com 100% das seções, ficou em 47,03% para Flávio, 56.104.503 votos, contra 45,16% de Lula, 53.879.538, uma diferença de 1,87 ponto, perto dos dois pontos citados por Tavares, com o segundo turno marcado para 25 de outubro, e a pausa de uma hora no painel foi admitida na mesma noite pelo presidente do TSE como congestionamento no sistema de divulgação, com a totalização dos votos seguindo.