O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) inaugurou nesta terça-feira (30) a estação Washington Luís, da Linha 17-Ouro do Metrô de São Paulo, na zona sul da capital. A nova estação completa um trecho de 800 metros e introduz o “formato Y” na linha, que passa a ter três destinos finais distintos: Morumbi, Congonhas e Washington Luís. A obra, prometida para a Copa do Mundo de 2014, finalmente sai do papel 12 anos depois.

OBRA PARADA DESDE 2014 É ENTREGUE

A estação Washington Luís estava prevista para ser entregue durante a Copa de 2014, mas sucessivos governos petistas e de esquerda deixaram o projeto engavetado. Tarcísio destacou o fim desse “ciclo clássico das obras paradas”:

 “Hoje a gente encerra um ciclo. Esse era um clássico das obras paradas, um clássico da ineficiência. Esta obra deveria ser entregue na Copa de 2014, veio a de 2018, 2022. A diferença é que na Copa de 2026 nós temos um outro time.”

A entrega representa mais uma vitória da gestão eficiente de Tarcísio, que prioriza a execução de projetos paralisados e a melhoria da mobilidade urbana na maior cidade do país.

FUNCIONAMENTO COM FORMATO Y E TROCAS DE TREM

Com o novo trecho, a Linha 17-Ouro passa a operar no formato Y. Os trens manterão o modelo “shuttle” (ida e volta) entre Morumbi e Aeroporto de Congonhas. Passageiros com destino à Washington Luís deverão fazer baldeação na Estação Brooklin Paulista. O mesmo vale no sentido inverso. Um terceiro trem atenderá exclusivamente o novo trecho.

Os usuários serão orientados por monitores nas plataformas, avisos sonoros e funcionários. Para quem viaja entre Morumbi e Congonhas, não há alterações.

IMPACTO PARA SÃO PAULO E A DIREITA

A inauguração reforça a imagem de Tarcísio como gestor capaz de tirar obras do papel e entregar resultados concretos à população. No campo conservador e bolsonarista, o governador é visto como exemplo de administração responsável, técnica e comprometida com a eficiência, em contraposição ao modelo de promessas não cumpridas e recursos desperdiçados de governos de esquerda.

A obra melhora a conectividade na zona sul, beneficia milhares de paulistanos e demonstra que, com foco em execução, é possível avançar mesmo em projetos abandonados por anos.