RAQUEL LANDIM USA COLUNA NO ESTADÃO PARA ATACAR EDUARDO BOLSONARO E DEFENDER PARCIALIDADE DE MORAES
Colunista do Estadão afirma que “parcialidade de Moraes” será usada para negar extradição de Eduardo e classifica como “moralmente reprovável” lobby do ex-deputado contra o próprio país para proteger o pai. Artigo reforça viés ideológico da grande mídia contra a direita.
Em artigo de opinião publicado no Estadão, a colunista Raquel Landim atacou o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) após sua condenação pela Primeira Turma do STF. Landim afirmou que a “parcialidade de Alexandre de Moraes” será utilizada para negar eventual pedido de extradição de Eduardo, que vive nos Estados Unidos, e classificou como “moralmente reprovável” que alguém faça lobby contra o próprio país para “salvar o pai golpista”.
O texto da colunista repercutiu a decisão unânime que condenou Eduardo a 4 anos e 2 meses de prisão por suposta coação no curso do processo na investigação da “trama golpista”.
OPINIÃO ENVIESADA DA GRANDE MÍDIA
Raquel Landim, conhecida por posições alinhadas ao establishment, adota tom claramente hostil ao campo conservador. Ao chamar Jair Bolsonaro de “golpista” e criticar Eduardo por supostamente atuar contra interesses nacionais, a colunista revela o viés que domina grande parte da mídia tradicional brasileira: criminalizar a direita enquanto relativiza excessos do Judiciário.
CRÍTICA À PARCIALIDADE DE MORAES
A colunista reconhece — ainda que de forma enviesada — a parcialidade de Alexandre de Moraes, relator do caso e figura central nas ações contra o bolsonarismo. Para a direita e os bolsonaristas, isso confirma o que vem sendo denunciado há anos: o uso do STF como instrumento de perseguição política, com violações processuais e decisões que misturam as funções de acusador, juiz e vítima.
Eduardo Bolsonaro contestou a condenação, alegando falta de citação adequada e irregularidades que ferem o devido processo legal.
PERSEGUIÇÃO POLÍTICA E EXTRADIÇÃO
A menção à extradição reforça o temor de que o STF utilize o caso para manter Eduardo fora do Brasil e inelegível, interferindo diretamente nas eleições de 2026. Bolsonaristas veem nisso mais um capítulo do lawfare contra a família Bolsonaro, enquanto o governo Lula e seus aliados no Judiciário e na mídia celebram o enfraquecimento de lideranças conservadoras.


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