Na madrugada deste domingo (4), o Polymarket pagava 64 centavos no contrato de Flávio Bolsonaro e 35,5 centavos no de Lula. O último negócio de Flávio saiu a 64 centavos. O de Lula, a 36. Em 24 horas, o preço de Flávio subiu 5,7 pontos e o de Lula caiu 7. Na última hora, o movimento virou um pouco: Flávio recuou 0,7 ponto e Lula avançou 1. Cada centavo é lido como uma chance em cem. Quem acerta recebe um dólar por contrato.

Isso não é pesquisa de boca de urna. É gente colocando dinheiro em quem será o presidente eleito. A regra do mercado diz que vale o vencedor da eleição, com o segundo turno incluído. Se o resultado não estiver definido até 30 de junho de 2027, o contrato vai para “outro”. A apuração que manda, em caso de dúvida, é a do TSE. O contrato de Flávio já negociou US$ 14,2 milhões. O de Lula, US$ 14,6 milhões. O evento inteiro, com todos os nomes, passou de US$ 165 milhões.

A diferença para as pesquisas de sábado é o que está sendo medido. Datafolha, Quaest e CNT ainda desenham um primeiro turno sem maioria, com Lula numericamente à frente ou empatado. O Polymarket responde outra pergunta: quem acaba eleito, mesmo que a decisão fique para 25 de outubro. Nesta hora, o dinheiro está em Flávio, por 64 a 36. A urna de hoje ainda não abriu.