PENTÁGONO JÁ POSICIONA TROPAS E NAVIOS NO CARIBE PARA EVENTUAL OPERAÇÃO EM CUBA
Relatórios revelados pela imprensa americana apontam que as Forças Armadas dos EUA intensificaram planos de contingência caso Donald Trump dê a ordem final contra a ditadura comunista.
O Pentágono elevou o nível de alerta e já posicionou tropas, armamentos e ativos navais na região do Caribe para uma eventual operação militar contra a ditadura comunista de Cuba. A informação, revelada inicialmente por veículos da imprensa americana como o portal Politico e o jornal USA Today, aponta que o comando militar dos Estados Unidos recebeu diretrizes diretas da Casa Branca para intensificar os planos de contingência. A movimentação estratégica ocorre após o esgotamento das vias diplomáticas convencionais e o fracasso do regime de Havana em responder à forte pressão econômica aplicada por Washington.
O ALERTA MÁXIMO E OS EXERCÍCIOS DE PLANEJAMENTO
De acordo com fontes ligadas ao setor de defesa citadas pelo Politico, o Comando Sul dos Estados Unidos (USSOUTHCOM) realizou nas últimas semanas uma série de exercícios de planejamento detalhados para o cenário cubano. Embora fontes oficiais do Pentágono evitem especular publicamente sobre cenários hipotéticos, nos bastidores o plano envolve opções que vão desde ataques aéreos cirúrgicos destinados a desestabilizar a cúpula do partido até uma intervenção terrestre mais ampla. O objetivo estratégico é neutralizar as ameaças à segurança nacional representadas pela proximidade da ilha com o território americano e seus laços estreitos com potências hostis como China e Rússia.
O RECADO DIRETO DE DONALD TRUMP À DITADURA
O posicionamento militar ganha força após declarações contundentes do presidente Donald Trump, que afirmou publicamente que os Estados Unidos "podem dar uma passada em Cuba" logo após a resolução dos conflitos em andamento com o Irã. O mandatário americano destacou que a ilha é uma "nação falida" e relembrou que, ao contrário de administrações anteriores que ignoraram o problema por décadas, sua gestão está pronta para agir. A insatisfação de Washington aumentou após denúncias de que Cuba estaria planejando o uso de drones contra bases e navios americanos, o que serviu como justificativa técnica para o acionamento dos planos militares.
A ASFIXIA ECONÔMICA E O FIM DA LINHA PARA HAVANA
A ditadura comandada por Miguel Díaz-Canel enfrenta a pior crise de sua história recente, marcada por um apagão geral no sistema elétrico e desabastecimento crítico de combustíveis gerado pelo bloqueio naval americano a navios petroleiros. Com a queda de Nicolás Maduro na Venezuela no início do ano, Cuba perdeu sua principal fonte de sustentação financeira e energética. Para a ala conservadora e os defensores da liberdade nas Américas, a postura firme do governo Trump sinaliza que o tempo de tolerância com o comunismo no quintal dos Estados Unidos chegou ao fim, restando ao regime de Havana ceder às reformas econômicas profundas ou enfrentar as consequências práticas da força militar.

