A proposta de enquadrar o PCC e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas ganha força no Senado e recebe apoio esmagador da população. O tema representa mais um golpe duro no governo Lula, acusado de leniência com o crime organizado.

MAIORIA ESMAGADORA NO SENADO E NA SOCIEDADE

O senador Marcos do Val (Podemos-ES) e outros parlamentares defendem a medida para endurecer o combate às facções que controlam presídios e aterrorizam cidades. Pesquisa Datafolha aponta que 45% concordam com a classificação como terroristas, refletindo o esgotamento da população com a violência.

 

REAÇÃO DA GLOBO E DA ESQUERDA

A GloboNews demonstrou desconforto com a pesquisa e o avanço da agenda de segurança da direita. Críticos veem na cobertura um viés ideológico que minimiza a gravidade do crime organizado para proteger narrativas petistas sobre “direitos humanos”.

CONTEXTO DE INSEGURANÇA

O Brasil convive com o avanço de facções como PCC e CV, responsáveis por massacres, tráfico e domínio de territórios. Classificá-las como terroristas permitiria ferramentas jurídicas mais robustas, incluindo prisões preventivas e bloqueio de recursos, alinhadas à agenda bolsonarista de “lei e ordem”.

POSICIONAMENTO DA DIREITA

A proposta reforça o contraste entre o governo Lula, visto como leniente com criminosos, e a direita conservadora, que prioriza segurança pública. Flávio Bolsonaro e aliados celebram o apoio popular como sinal de que o eleitorado quer mudança real.

IMPACTO PARA 2026

Com eleições se aproximando, o tema segurança ganha centralidade. A maioria esmagadora favorável ao enquadramento como terroristas enfraquece Lula e fortalece pré-candidatos da direita. O desconforto da Globo revela o medo da esquerda com o avanço conservador.

O povo brasileiro não aguenta mais. PCC e CV como terroristas é passo necessário para recuperar o Brasil.