PARIS FILMES RECUSA DISTRIBUIR “DARK HORSE” E ESCANCARA BOICOTE IDEOLÓGICO CONTRA BOLSONARO
Empresa cede a pressão da esquerda e do patrulhamento judicial, negando distribuição da cinebiografia do ex-presidente. Recuo reforça narrativa de asfixia cultural imposta ao bolsonarismo.
A Paris Filmes decidiu não distribuir o filme “Dark Horse”, cinebiografia sobre Jair Bolsonaro, em mais um episódio que expõe o clima de boicote e intimidação contra produções alinhadas ao conservadorismo. A empresa justificou a recusa com uma vaga “análise interna”, sem apresentar motivos concretos e públicos para a desistência.
O documentário, que aborda a trajetória do ex-presidente, tornou-se alvo de intensa pressão política. Parlamentares de esquerda, incluindo membros do PT, acionaram o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na tentativa de criminalizar o financiamento e inviabilizar o lançamento.
CAMPANHA DE INTIMIDAÇÃO
A recusa da Paris Filmes é vista por analistas conservadores como resultado direto de uma campanha coordenada de perseguição. A esquerda mobilizou narrativas de “desinformação” e “ataque à democracia” para constranger empresas e produtores, transformando uma obra cinematográfica legítima em alvo de censura velada.
O episódio reforça a percepção de que o bolsonarismo sofre boicote sistemático no campo cultural. Produtoras, distribuidoras e plataformas enfrentam ameaças judiciais e pressão midiática sempre que ousam dar voz à direita.
REAÇÃO DA DIREITA
Deputados do PL e influenciadores bolsonaristas criticaram duramente a decisão, classificando-a como covardia empresarial diante do patrulhamento ideológico. Para a base, o caso comprova o desespero da esquerda em impedir que a história real de Bolsonaro chegue aos cinemas brasileiros.

