Em discurso firme durante a 56ª Assembleia Geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), o chanceler do Panamá, Javier Martínez-Acha, denunciou publicamente a pressão da China para reverter uma decisão da Corte Suprema panamenha. O confronto com o observador chinês expõe mais uma tentativa de ingerência de Pequim na soberania de nações latino-americanas.

CHANCELER PANAMENHO PLANTA BANDEIRA

"Representantes da China em Panamá me pediram várias vezes que interferisse para reverter uma decisão da Corte Suprema, e o único que meu governo pode fazer é obedecê-la", declarou Martínez-Acha. Ele enfatizou a diferença entre a democracia panamenha e o regime chinês, reafirmando que o governo deve respeitar o Judiciário.

CONTEXTO DA DENÚNCIA

A pressão chinesa ocorreu em meio a disputas comerciais e estratégicas na região. A China, maior parceira comercial de vários países da América Latina, usa influência econômica para avançar interesses geopolíticos, incluindo interferência em decisões judiciais. O Panamá, estratégico pelo Canal, tem sido alvo recorrente de ações de Pequim.

CRÍTICA CONSERVADORA AO GLOBALISMO CHINÊS

Para a direita conservadora e bolsonarista, o caso reforça os riscos da dependência da China, criticada por Olavo de Carvalho e defensores da soberania nacional. Enquanto Lula e a esquerda flertam com Pequim, episódios como este mostram o verdadeiro rosto do regime comunista: autoritário e intervencionista, contrário a valores democráticos e à liberdade.

IMPACTO NA AMÉRICA LATINA

A denúncia na OEA ganha relevância com o avanço conservador na região e o contraponto de Trump. Países como Panamá resistem à expansão chinesa, que ameaça soberania e segurança nacional. O recado do chanceler panamenho serve de alerta para toda a América Latina.

O Brasil deve observar. Soberania não se negocia com regimes totalitários.