A recente decisão do ministro Alexandre de Moraes de conceder prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro veio acompanhada de uma cláusula de silenciamento que levantou suspeitas imediatas sobre sua motivação real. Ao proibir a visita de aliados políticos por um período de 90 dias — estendendo-se até junho de 2026 —, Moraes impôs um isolamento estratégico que atinge o coração da articulação da direita brasileira em um momento crucial: o fechamento da janela partidária e as definições para as eleições de outubro.

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