A apuração do primeiro turno ainda corria quando o presidente da Argentina, Javier Milei, escreveu no X que a liberdade avança no Brasil e parabenizou o querido amigo Flávio Bolsonaro por esta eleição histórica contra o comunista Lula, dizendo que o continente americano é de cidadãos que querem viver em liberdade e que espera trabalhar com ele para que Argentina e Brasil sigam como grandes parceiros comerciais, culturais e políticos.

No mesmo horário, a conta do gabinete do primeiro-ministro de Israel publicou Benjamin Netanyahu desejando parabéns a Flávio pela votação de ontem, boa sorte na final e a restauração da extraordinária amizade entre Israel e o Brasil, com votos de uma grande vitória, num recado que ganha peso porque a CNN lembrou que o Brasil está sem embaixador em Tel Aviv desde 2025 e que o governo israelense declarou Lula persona non grata em 2024, depois de o presidente comparar a ofensiva em Gaza ao Holocausto.

Donald Trump não citou Flávio nem Lula, mas escreveu na Truth Social, na madrugada desta segunda, que 125 milhões de pessoas tinham votado no primeiro turno da eleição presidencial da Índia e que o resultado saiu no mesmo dia, antes de editar a postagem e trocar Índia por Brasil, para em seguida dizer que em Detroit, Filadélfia e Califórnia a apuração leva semanas para ser manipulada, quer dizer, calculada, e que a votação nos Estados Unidos é corrupta, enquanto o placar final do TSE deixou Flávio com 47,03% e Lula com 45,16%, de volta às urnas em 25 de outubro.