MASTER: ENTEADO DE JAQUES WAGNER INVESTIGADO POR PROPINA E LAVAGEM DE DINHEIRO NO BANCO MASTER
Operação Compliance Zero da PF mira Eduardo Mendonça Sodré Martins, enteado do senador petista, por suspeita de recebimento de milhões em vantagens indevidas. Valores repassados via empresa ligada a ele chegam a R$ 12 milhões.
A 9ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal, investiga Eduardo Mendonça Sodré Martins, enteado do senador Jaques Wagner (PT-BA), por supostos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro envolvendo o Banco Master. As apurações apontam para repasses milionários feitos para facilitar interesses do banco./i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/J/Z/kBoKNaTpKUBtXxBls5Dg/jaques-wagner-3.jpg)
VALORES SOB SUSPEITA
De acordo com as investigações, foram identificados:
- R$ 12 milhões em transações paralelas de consultoria suspeitas;
- R$ 3,5 milhões recebidos pela BN Financeira, empresa ligada a Sodré;
- R$ 2,3 milhões apontados em planilhas como repasses diretos para Eduardo, identificado pelo codinome “Dudu”.
A PF também apura a possível participação do senador Jaques Wagner como beneficiário final do esquema. A defesa dos envolvidos nega as acusações e afirma que aguarda o andamento do inquérito.
PT ENVOLVIDO EM MAIS UM ESCÂNDALO DE CORRUPÇÃO
O caso reforça o padrão histórico do PT de envolvimento em esquemas de propina e favorecimento, agora atingindo o núcleo familiar de um dos principais nomes do partido no Senado. Enquanto o governo Lula tenta se apresentar como “combate à corrupção”, a PF segue desvendando novos tentáculos do petismo nas instituições financeiras.
IMPACTO POLÍTICO
O escândalo surge em momento delicado para o PT, que enfrenta crescente rejeição popular e vê a oposição, capitaneada por nomes como Flávio Bolsonaro, ganhar força para as eleições de 2026. Casos como esse alimentam o sentimento de que a corrupção não é exceção, mas parte da cultura do partido.

