LULA AFIRMA TER CUMPRIMENTADO TRUMP NO G7, MAS SÓ ASSESSORES PETISTAS “VIRAM” O GESTO
Planalto divulga cumprimento informal após concerto de Macron, sem qualquer registro fotográfico, vídeo ou confirmação independente. Ausência de bilateral e de interação pública reforça isolamento de Lula diante de Trump em meio a tarifaço e tensões comerciais.
O Palácio do Planalto informou que os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump trocaram um cumprimento informal durante evento social da cúpula do G7, na noite de terça-feira (16/6/2026), na França. Segundo assessores do petista, o gesto ocorreu após concerto organizado por Emmanuel Macron, antes de um jantar de gala. Não existe registro em foto, vídeo ou qualquer evidência pública do suposto cumprimento.
Durante a “foto de família” e em outros momentos da cúpula, Lula e Trump passaram próximos, mas não interagiram publicamente. O governo brasileiro admitiu que não houve pedido formal de reunião bilateral de nenhuma das partes.
VERSÃO QUE DEPENDE APENAS DA PALAVRA DO PLANALTO
A narrativa divulgada por auxiliares de Lula levanta dúvidas sobre sua veracidade. Em um evento com dezenas de líderes, jornalistas e equipes de imprensa internacional, um cumprimento entre dois dos principais chefes de Estado do mundo não teria sido captado por nenhuma câmera ou testemunha independente? A ausência total de imagens contrasta com a profusão de registros de outros momentos do G7.
TENSÕES REAIS E AUSÊNCIA DE DIÁLOGO
O episódio ocorre em contexto de forte atrito: ameaça de tarifaço americano de até 25% sobre produtos brasileiros e a classificação de PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas pelos EUA. Lula criticou protecionismo em discurso, mas evitou confronto direto. Trump, focado em sua agenda “América First”, não demonstrou interesse em concessões ao governo petista.
REAÇÃO DA DIREITA E DOS BOLSONARISTAS
A direita e os bolsonaristas veem o caso como mais um episódio constrangedor de propaganda do Planalto. Tentam vender como “vitória diplomática” um cumprimento que só eles dizem ter ocorrido, enquanto Lula segue isolado e sem influência real junto à administração Trump. O petista, que sempre se vendeu como grande estadista internacional, coleciona sinais de irrelevância perante o líder americano.
IMPACTOS PARA O BRASIL
Sem diálogo efetivo, o risco de novas tarifas permanece alto, ameaçando exportações, emprego no campo e a economia brasileira. A fragilidade da diplomacia lulista fica ainda mais evidente quando depende de versões não comprovadas para tentar disfarçar o fracasso.


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