ENQUANTO LULA ENCOBRE FACÇÕES TRUMP AVANÇA PACTO MILITAR CONTRA O NARCOTRÁFICO NA AMÉRICA LATINA
Sob o impacto da nova postura de Washington, Guatemala formaliza pedido de ajuda ao Pentágono para combater cartéis transnacionais que agem na região.
A blindagem ideológica imposta pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva às facções criminosas brasileiras acaba de ganhar um forte contraste internacional. Enquanto o Palácio do Planalto insiste em afrouxar o cerco ao crime organizado e ignora a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras, vizinhos continentais mudam de postura. O governo da Guatemala solicitou formalmente assistência militar e de inteligência ao Pentágono para atuar de forma severa contra os cartéis do narcotráfico e grupos terroristas transnacionais que utilizam o território da América Central como rota logística de distribuição de drogas.
A PRESSÃO QUE CRESCE NOS BASTIDORES
A movimentação estratégica da Guatemala reflete o peso da Coalizão Anticartel das Américas, uma aliança de segurança promovida diretamente pelo governo do presidente norte-americano Donald Trump. A pressão de Washington tem forçado nações latino-americanas a abandonarem a leniência e a adotarem medidas de força contra os barões do tráfico internacional. O pedido de suporte foi oficializado por meio de um documento enviado pelo ministro da Defesa guatemalteco, Henry Sáenz, ao secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, com o aval do presidente Bernardo Arévalo.
A aproximação bilateral foi revelada originalmente em reportagem veiculada pelo jornal The New York Times, detalhando que as negociações entre os dois países chegaram a prever a autorização de ataques aéreos coordenados e o uso de tropas americanas. Em pronunciamento oficial para conter tensões internas, o governo guatemalteco recuou parcialmente, afirmando que o comando das operações em solo permanece com as forças locais e que a ajuda norte-americana se concentrará no envio de inteligência estratégica, treinamento tático especializado e armamento de alta tecnologia. Qualquer incursão militar estrangeira direta dependeria do aval do Congresso da Guatemala.
O QUE O BRASILEIRO PRECISA ENTENDER
A postura contundente da administração Trump contra o narcotráfico escancara o isolamento da esquerda brasileira. Enquanto governos vizinhos e parceiros comerciais das Américas se submetem a regras mais rígidas e buscam apoio logístico de superpotências para desmantelar o crime, o governo federal do Brasil caminha no sentido oposto. Sob o comando de Lula, o país assiste ao avanço das facções sobre áreas institucionais, ao avanço do ativismo judicial que liberta lideranças criminosas e a uma total inércia em asfixiar o poder financeiro das organizações ligadas ao tráfico de drogas e armas.
A estratégia norte-americana visa criar um cinturão de segurança nas fronteiras que antecedem o México, asfixiando os cartéis que exportam substâncias ilícitas para o território norte-americano. Países como o Equador já aceitaram operações conjuntas de assessoramento militar com os Estados Unidos. Ao se recusar a enquadrar o crime organizado com o rigor necessário, o atual governo brasileiro protege de forma indireta os interesses econômicos de grupos que já controlam rotas mundiais de criminalidade, expondo os cidadãos de bem à barbárie cotidiana.

