O presidente Luiz Inácio Lula da Silva definiu que a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a próxima vaga do Supremo Tribunal Federal virou prioridade absoluta de sua gestão na tentativa de blindar o Palácio do Planalto. O movimento foi denunciado pelo deputado federal Gustavo Gayer em suas redes sociais, expondo a pressa do governo em assegurar mais um aliado de primeira hora dentro da engrenagem do Judiciário brasileiro.

O PADRÃO QUE SE REPETE

Essa indicação segue exatamente a mesma cartilha que o PT usa desde os seus primeiros governos, que é aparelhar as instituições mais importantes do país com nomes puramente ideológicos e de extrema confiança do partido. Para o cidadão de bem que trabalha e paga as contas, fica claro que o critério para subir ao topo da Justiça brasileira deixou de ser o saber jurídico faz muito tempo e passou a ser o tamanho dos serviços prestados ao lulopetismo.

A CONTRADIÇÃO QUE EXPÕE A ESQUERDA

A indicação de Jorge Messias carrega uma polêmica que a velha imprensa tenta esconder de qualquer maneira, mas que as redes sociais não deixam esquecer de jeito nenhum. Messias ficou nacionalmente conhecido em 2016 como o "Bessias", quando um áudio vazado revelou a ex-presidente Dilma Rousseff enviando a ele um termo de posse preventiva para livrar Lula de uma eventual prisão na Operação Lava Jato. A internet relembrou em peso esse episódio e detonou a escolha do governo, apontando que o prêmio por aquele favor do passado agora bate na porta da principal corte judicial da nação.

OS NÚMEROS QUE A ESQUERDA NÃO QUER MOSTRAR

Enquanto o brasileiro sofre com a alta da feira, o desemprego disfarçado e o aumento real de impostos no dia a dia, a única preocupação do governo federal parece ser o jogo de xadrez do poder em Brasília. Críticos nas redes sociais apontam que o Planalto gasta todo o seu capital político e a liberação de emendas bilionárias para negociar a aprovação de nomes da sua cozinha, em vez de focar nas reais necessidades da segurança pública e da economia real.

OPOSIÇÃO REAGE NO CONGRESSO

Diante desse cenário absurdo, parlamentares da oposição e lideranças ligadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro prometeram uma sabatina pesada e sem moleza na Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal. O próprio deputado Gustavo Gayer classificou a articulação do governo como uma verdadeira piada com a cara dos brasileiros e defendeu que o Senado cumpra seu papel constitucional de barrar o ativismo e o aparelhamento político escancarado.

IMPACTO DIRETO NO BOLSO DO BRASILEIRO

Você pode se perguntar o que uma vaga no Supremo Tribunal Federal muda na sua vida diária no interior do Brasil, mas a verdade é que muda absolutamente tudo. Uma corte controlada e submissa aos interesses da esquerda significa a validação de impostos abusivos, a perseguição implacável contra o agro e a destruição das liberdades individuais, como a própria liberdade de expressão. Quando a Justiça perde a neutralidade, o trabalhador perde o direito de reclamar da própria miséria.

OS PRÓXIMOS PASSOS

Os bastidores do Congresso Nacional apontam que o governo petista vai tentar acelerar ao máximo as conversas com os senadores para garantir os votos necessários na sabatina antes que a pressão popular aumente ainda mais. Advogados constitucionalistas independentes alertam que o sucesso dessa indicação vai consolidar de vez um tribunal totalmente alinhado com a agenda da esquerda, enterrando qualquer esperança de equilíbrio entre os poderes do Estado.

A PERGUNTA QUE FICA

Será que o Senado Federal vai aceitar passivamente esse avanço desenfreado sobre as instituições e carimbar mais esse nome do partido na Suprema Corte? O cidadão brasileiro precisa ficar atento, cobrar os senadores de seus estados e espalhar essa verdade antes que seja tarde demais.