O promotor de Justiça Lincoln Gakiya, amplamente reconhecido por sua atuação no combate ao crime organizado em São Paulo, declarou nesta sexta-feira, dia 22 de maio de 2026, em entrevista exclusiva à emissora GloboNews, que os governos de países estrangeiros demonstram atualmente maior preocupação com a expansão global de facções criminosas brasileiras do que a própria administração federal do Brasil. Segundo o integrante do Ministério Público, as ramificações do Primeiro Comando da Capital e do Comando Vermelho avançam de forma alarmante sobre o continente europeu, sem que haja uma resposta institucional recíproca e proporcional por parte da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

REPERCUSSÃO INTERNACIONAL E ENTRADA NA EUROPA

O grave alerta do promotor de Justiça ocorre na mesma data em que o deputado português André Ventura, líder do partido Chega, publicou uma contundente manifestação oficial apontando que a facção criminosa carioca identificou Portugal como a principal porta de entrada para o narcotráfico na Europa. O parlamentar europeu manifestou profunda preocupação com o início de um processo de favelização em território português decorrente da migração descontrolada e do desembarque das redes internacionais do crime organizado oriundas de território brasileiro.

ALERTA DO GOVERNO DA ITÁLIA SOBRE AS ROTAS DA DROGA

A crise de segurança transnacional ganhou ainda mais tração após o governo da Itália emitir um comunicado oficial de inteligência apontando o Brasil como o segundo maior porto e entreposto de envio de entorpecentes destinados ao mercado consumidor da Europa. O documento europeu corrobora a análise de agências internacionais que enxergam a vulnerabilidade das fronteiras brasileiras e a leniência das políticas de segurança interna do atual governo petista como facilitadores para a consolidação de rotas oceânicas dominadas por criminosos.

RESISTÊNCIA DO GOVERNO LULA À CLASSIFICAÇÃO TERRORISTA

Paralelamente ao isolamento do Brasil na geopolítica da segurança global, a equipe ministerial do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem atuando nos bastidores para postergar e confrontar a intenção do governo dos Estados Unidos, liderado pelo presidente Donald Trump, de classificar essas organizações criminosas brasileiras sob a égide de grupos terroristas internacionais. A medida norte-americana é vista por analistas de Washington como iminente e imediata, com o objetivo de congelar ativos financeiros mundiais e autorizar sanções econômicas mais severas.

FALTA DE RIGOR INSTITUCIONAL E FRAGILIDADE NACIONAL

A oposição no Congresso Nacional acusa o Palácio do Planalto de partidarizar o debate de segurança pública e de se recusar a adotar medidas drásticas contra o crime organizado devido a amarras ideológicas de esquerda. O enfrentamento direto à postura da Casa Branca em relação ao narcoterrorismo enfraquece a credibilidade diplomática do Brasil e deixa o país vulnerável ao isolamento comercial e a sanções institucionais de nações ocidentais, que exigem tolerância zero com o financiamento de facções.

O FUTURO DAS RELAÇÕES DE SEGURANÇA COM O OCIDENTE

Com o agravamento das tensões diplomáticas e a pressão crescente de autoridades europeias e norte-americanas, a governabilidade da política de segurança do governo do PT enfrenta seu pior teste internacional. O parlamento brasileiro estuda convocar representantes dos Ministérios da Justiça e das Relações Exteriores para prestar esclarecimentos urgentes sobre as omissões apontadas pelo promotor de Justiça Lincoln Gakiya e as queixas formais dos parlamentos de Portugal e da Itália.