Israel compartilhou com os Estados Unidos informações de inteligência sobre um suposto plano do Irã para assassinar o presidente Donald Trump. O alerta foi enviado antes dos recentes ataques americanos contra instalações nucleares iranianas e foi considerado mais específico do que ameaças anteriores acompanhadas pelas agências de segurança dos EUA.

Após o comunicado, medidas de proteção ao presidente foram reforçadas, embora autoridades americanas afirmem não haver indícios de ameaça iminente. Desde a morte do general iraniano Qasem Soleimani, em 2020 — ordenada por Trump em seu primeiro mandato —, Washington mantém monitoramento permanente sobre possíveis ações de retaliação contra ele e outros ex-integrantes de seu governo.

O sentimento de vingança iraniano ficou evidente em manifestações recentes, incluindo faixas com ameaças diretas contra Trump durante o enterro do ex-líder supremo Ali Khamenei.