O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, saiu em defesa do pacote de controle governamental sobre a internet, classificando medidas impostas por decreto como "avanço civilizatório fundamental". A decisão revela o desprezo de parte do STF pela separação de poderes e debate democrático, transformando o tribunal em escudo jurídico para censura estatal. Sem passar pelo Congresso Nacional, o governo Lula cerceia plataformas digitais enquanto o Judiciário legitima o cerco, enfraquecendo a democracia e fortalecendo aparato de vigilância ideológica que ameaça liberdades individuais.