O discurso de vitimização do presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra o cerco norte-americano ao narcotráfico acaba de desmoronar diante de fatos incontestáveis. O promotor de Justiça Lincoln Gakiya, uma das maiores autoridades do país no combate ao crime organizado, revelou os bastidores da operação que culminou no enquadramento do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras pelos Estados Unidos. Em depoimento contundente, Gakiya confirmou que emissários do governo de Donald Trump estiveram no Brasil coletando dados técnicos diretamente com o Ministério Público, a Polícia Federal e o Ministério da Justiça, deixando claro que a soberania da canetada americana não dependeria de qualquer opinião ou autorização do Palácio do Planalto.

O TRECHO QUE VIROU ALVO DA OPOSIÇÃO

A revelação mais demolidora trazida pelo promotor de Justiça expõe a total irrelevância diplomática do governo do PT diante da equipe do secretário de Estado americano, Marco Rubio. De acordo com Gakiya, os assessores norte-americanos foram explícitos ao definir o caráter unilateral e técnico da missão em solo brasileiro. "Nós não estamos aqui para ouvir a opinião do governo brasileiro. Nós estamos aqui para colher informações, levar ao secretário, ao presidente, que tomará a decisão dele", dispararam os representantes de Washington. O recado seco enterra a narrativa da esquerda de que a medida teria sido fruto de uma suposta armação partidária da oposição bolsonarista, provando que se trata de uma decisão de Estado baseada em relatórios oficiais de inteligência.

Durante os encontros, o próprio promotor Lincoln Gakiya explicou aos enviados da Casa Branca que o PCC e o Comando Vermelho operam como organizações mafiosas transnacionais, utilizando táticas violentas de controle social, armamento pesado e domínio territorial que se assemelham perfeitamente a métodos terroristas, ainda que o foco principal das facções seja o lucro financeiro e não uma ideologia política. Para o governo de Donald Trump, essa distinção teórica não muda o fato de que as facções brasileiras exportam o caos e ameaçam a segurança nacional dos Estados Unidos, justificando o uso de ferramentas jurídicas máximas de asfixia econômica internacional.

O QUE O BRASILEIRO PRECISA ENTENDER

O desespero público demonstrado por Lula e por seu chanceler, Mauro Vieira, reflete o pânico de um governo que foi colocado de escanteio pela maior potência do planeta. Ao ouvir dos norte-americanos que a opinião do Planalto simplesmente não importava para a tomada de decisão, o establishment esquerdista percebeu que perdeu o controle sobre o monitoramento financeiro de suas próprias fronteiras. Os Estados Unidos cruzaram os dados técnicos das polícias brasileiras e constataram que as facções ganharam dimensões gigantescas justamente por causa da leniência institucional e do garantismo penal excessivo que imperam no país sob a gestão petista.

A verdade nua e crua que o cidadão de bem precisa entender é que Washington agiu por legítima defesa e por critérios estritamente profissionais. Enquanto o atual governo brasileiro gasta energia criticando as autoridades americanas e tentando proteger a imagem de criminosos sob o manto da soberania, o governo de Donald Trump demonstrou como se trata a criminalidade: com pragmatismo, força institucional e total desprezo pela retórica ideológica da esquerda. O cerco está fechado, os ativos financeiros das facções ao redor do mundo começam a ser congelados e o Brasil do PT foi obrigado a engolir a seco uma lição internacional de segurança pública.