MEDO DE LULA COM OPERAÇÃO DA CIA NO BRASIL, APÓS PROMOTOR ALVO DO PCC EXPOR TEMOR DE AÇÃO SECRETA DOS EUA NO BRASIL
Promotor Lincoln Gakiya revela que classificação do PCC e CV como terroristas transfere combate para a área de Defesa norte-americana e abre brecha para ações secretas.
O verdadeiro motivo do pânico que tomou conta do Palácio do Planalto e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a decisão de Donald Trump de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas acaba de vir a público. Em uma revelação contundente, o promotor de Justiça Lincoln Gakiya, maior especialista do Ministério Público de São Paulo no combate ao crime organizado, confirmou que a medida da Casa Branca muda completamente o patamar do enfrentamento às facções. Segundo Gakiya, ao entrarem na lista de Terroristas Globais Especialmente Designados, o tema deixa de ser tratado pelos Estados Unidos como um assunto ordinário de polícia e passa para a esfera de Defesa. Na prática, a responsabilidade operacional sai do FBI e da DEA e é transferida diretamente para as Forças Armadas norte-americanas e para a CIA, abrindo brecha legal para operações militares secretas em solo estrangeiro, sem a necessidade de autorização do governo local.
O COMPORTAMENTO DE LULA EXPLICADO PELOS FATOS
Essa mudança jurídica drástica explica o comportamento inflamado de Lula, que foi a público reclamar de forma melindrosa que estava triste e que não aceitava ser tratado como moleque por Washington. O nervo exposto da questão é o medo real de uma intervenção cirúrgica de inteligência estrangeira contra as lideranças do crime que operam livremente sob as barbas do Estado brasileiro. Gakiya relembrou o precedente ocorrido no início deste ano na Venezuela, quando o regime do ex-ditador Nicolás Maduro foi alvo de uma captura emblemática decorrente de pressões e mecanismos semelhantes de asfixia e soberania de Defesa. O temor das autoridades petistas não é com a soberania nacional, mas com a humilhação internacional de ver uma potência estrangeira fazer o trabalho que Brasília se recusa a executar.
A FRAQUEZA DO ESTADO BRASILEIRO DIANTE DAS FACÇÕES
A análise técnica do promotor do Gaeco joga luz sobre a paralisia institucional em que o Brasil se encontra. Enquanto setores jurídicos e militares brasileiros se apegam a formalidades burocráticas para afirmar que o PCC e o CV são apenas organizações criminosas comuns e mafiosas, os Estados Unidos decidiram agir com base na realidade brutal das ruas. O cidadão de bem sabe que grupos que controlam territórios inteiros, utilizam fuzis de guerra, derrubam helicópteros e impõem o terror psicológico à população civil praticam, sim, atos terroristas. A insistência do atual governo brasileiro em minimizar essa classificação apenas evidencia a falta de vontade política para endurecer a legislação e sufocar os barões do tráfico.
O QUE O BRASILEIRO PRECISA ENTENDER
O brasileiro precisa compreender que a entrada da CIA e do setor de Defesa norte-americano no circuito é o resultado direto da leniência do governo Lula e da impunidade endêmica que impera no país. Ao se alinharem à narrativa da China de não interferência e criticarem a postura firme de Donald Trump, os defensores da atual gestão tentam blindar um sistema falido que permite o avanço desenfreado do crime organizado. A possibilidade de operações secretas dos Estados Unidos no continente sul-americano é o preço que o país paga por ter um comando político que prefere chorar em palanques oficiais a apoiar o total estrangulamento financeiro e logístico dos maiores cartéis de drogas do planeta.

