Flávio Bolsonaro disse à imprensa, depois de fechar o primeiro turno na frente de Lula, que é o único candidato que assumiu o compromisso pelo fim da reeleição, porque só precisa de um mandato para colocar o brasileiro no centro do governo e atacar os problemas reais do país, e no domingo, 4 de outubro, repetiu que quer oportunidade de cuidar do Brasil e do povo, ao declarar que só precisa de um mandato.

A frase está no plano de governo e em duas propostas de emenda à Constituição: uma apresentada ao Senado em 2024 e outra deste ano, que acaba com a reeleição para presidente e mantém a possibilidade para governadores e prefeitos, de modo que o texto novo não fecha a porta do segundo mandato nas prefeituras nem nos estados, só no Planalto.

O calendário da promessa é o segundo turno de 25 de outubro, em que Flávio chega com 47,03% e Lula com 45,16%, uma diferença de 2,22 milhões de votos, e a PEC, se eleita a chapa, ainda depende de três quintos da Câmara e do Senado em dois turnos, a mesma conta de 308 deputados e 49 senadores que qualquer emenda exige.