O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, estabeleceu um prazo de 48 horas para que o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, se manifestasse oficialmente sobre o paradeiro e a situação legal da viagem internacional do deputado federal Mário Frias. O ofício de resposta, enviado pela Casa nesta quinta-feira, confirmou que o parlamentar viajou ao exterior sem a autorização prévia exigida para missões oficiais.

O PADRÃO QUE SE REPETE

Essa ofensiva jurídica contra parlamentares de direita já virou um verdadeiro padrão na praça pública de Brasília. Toda vez que um deputado ou senador conservador se destaca na oposição ao sistema, os tentáculos do ativismo judicial entram em ação para criar constrangimentos burocráticos e desgastar a imagem pública de quem não se curva aos desmandos da esquerda.

A CONTRADIÇÃO QUE EXPÕE A ESQUERDA

A grande polêmica por trás desse caso envolve as investigações sobre o suposto repasse de verbas de emendas parlamentares para uma entidade ligada à produção do filme "Dark Horse", um documentário feito em homenagem ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Frias, que assina como produtor-executivo da obra, virou alvo de Flávio Dino sob a acusação de uso indevido de recursos, o que gerou imediata revolta e barulho nas redes sociais dos defensores do projeto cultural conservador.

OS NÚMEROS QUE A ESQUERDA NÃO QUER MOSTRAR

Nos bastidores do debate na internet, influenciadores de direita apontam a enorme hipocrisia e a seletividade desse cerco implacável. Enquanto emendas bilionárias do governo petista correm frouxas pelo Congresso para comprar apoio político de partidos aliados sem qualquer fiscalização rigorosa, projetos ligados à valorização da história conservadora e à figura de Bolsonaro são colocados sob uma lupa persecutória sem precedentes.

OS PRÓXIMOS PASSOS

Até o momento não há confirmação oficial de nenhuma medida cautelar ou pedido de prisão expedido contra o parlamentar pela viagem sem autorização administrativa. Interlocutores jurídicos da direita avaliam que a defesa de Frias deve comprovar o caráter privado ou a regularidade da viagem para esvaziar os argumentos políticos que tentam transformá-lo em um foragido do sistema.

A PERGUNTA QUE FICA

Até quando o país vai assistir ao uso de prazos urgentes e ferramentas da Suprema Corte para tentar encurralar politicamente os representantes eleitos pelo povo? O eleitor de bem continua atento aos abusos da casta de Brasília e cobra uma postura firme em defesa das prerrogativas e das liberdades parlamentares.