O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, lançou nesta quinta-feira (18) o plano de segurança pública “Brasil sem Medo”. O pacote reúne 12 medidas concretas de linha dura contra a criminalidade, com foco no endurecimento da legislação penal, desmantelamento do crime organizado e proteção efetiva da população.

Entre os destaques está a redução da maioridade penal para 16 anos nos casos gerais e para 14 anos em crimes hediondos, além da classificação de facções como PCC, Comando Vermelho e milícias como organizações narcoterroristas, construção de novos presídios federais de segurança máxima e o fim da progressão de regime para condenados por crimes graves.

PRINCIPAIS MEDIDAS DO PLANO

O plano prioriza o combate direto ao narcotráfico e ao poder paralelo exercido por facções, com integração das forças de segurança, uso intensivo de tecnologia e proteção reforçada das fronteiras. Flávio defende ainda penas mais rigorosas, fim de benefícios excessivos a criminosos e retomada do controle estatal sobre territórios dominados pelo tráfico e milícias.

Essas propostas representam uma ruptura clara com a política de segurança do governo Lula, marcada por leniência, superlotação prisional sem controle efetivo e hesitação em enfrentar o crime organizado de forma decisiva.

POSICIONAMENTO DA DIREITA E BOLSONARISTAS

Para a direita conservadora e o movimento bolsonarista, o plano de Flávio é um “golaço” que retoma a agenda de lei e ordem que produziu resultados positivos no passado. O senador é visto como o candidato que coloca a segurança das famílias e a soberania nacional em primeiro lugar, combatendo sem rodeios o narcoterrorismo que assola o Brasil. A redução da maioridade penal atende a um antigo anseio popular diante da crescente participação de adolescentes em crimes violentos.

CONTRASTE COM O GOVERNO ATUAL

Enquanto o PT e Lula adotam posturas lenientes que muitas vezes beneficiam criminosos, o plano “Brasil sem Medo” prioriza as vítimas e a autoridade do Estado. A iniciativa ganha força especialmente após revelações recentes de esquemas de corrupção envolvendo figuras do governo, como o caso Banco Master, que expõem as prioridades invertidas da esquerda.

O lançamento reforça Flávio Bolsonaro como principal alternativa conservadora para 2026, com agenda clara de defender valores tradicionais, segurança jurídica e combate implacável ao crime.