O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência pelo PL, comentou a eliminação da Seleção Brasileira para a Noruega, com gols de Haaland, e fez uma ligação direta entre o desempenho ruim do futebol brasileiro e o governo do PT. Em publicação no X (antigo Twitter), Flávio escreveu: “Desde que o PT chegou ao poder, em 2002, o Brasil nunca mais ganhou NADA, nem no futebol, nem para os brasileiros. Perdemos Copa, mas vamos ganhar o Brasil!”

A declaração repercutiu fortemente entre apoiadores da direita, que viram no texto um recado claro: o país precisa de uma mudança profunda para voltar a vencer tanto dentro quanto fora de campo.

O CONTEXTO DA ELIMINAÇÃO

A Seleção foi eliminada nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, interrompendo o sonho do hexa. Apesar de Neymar ter marcado e demonstrado entrega ao se ajoelhar em oração ao final da partida, o time não conseguiu superar a Noruega. Flávio usou o momento de frustração nacional para reforçar sua crítica ao projeto petista, que segundo ele trouxe decadência em diversas áreas, incluindo o esporte.

JEJUM DE TÍTULOS MUNDIAIS DESDE 2002

Desde a conquista do penta em 2002, o Brasil não levanta a taça da Copa do Mundo. O senador destacou que, no período de hegemonia petista no poder, o país acumula frustrações no futebol e em outras esferas. Embora o Brasil tenha conquistado Copas América e ouro olímpico em outras gestões, o argumento de Flávio foca no simbolismo do maior torneio de seleções e no sentimento de declínio vivido por grande parte da população.

“PERDEMOS A COPA, MAS VAMOS GANHAR O BRASIL”

O otimismo político de Flávio Bolsonaro foi o ponto alto da mensagem. Ao afirmar que os brasileiros vão “ganhar o Brasil” em outubro, o senador transforma a derrota no gramado em combustível para a campanha presidencial. A frase rapidamente se tornou um slogan entre bolsonaristas, que veem na possível vitória de Flávio a chance de restaurar o orgulho nacional.

REAÇÃO E DEBATE NAS REDES

A publicação gerou grande engajamento, com milhares de curtidas e compartilhamentos. Apoiadores celebraram a capacidade de Flávio de conectar o sentimento popular da torcida com a agenda conservadora. Críticos tentaram relativizar, lembrando que em 2018 e 2022 o país teve presidentes de outras siglas, mas a mensagem de Flávio ressoou especialmente entre quem associa o PT ao enfraquecimento institucional e cultural do Brasil.