EMPRESA SANCIONADA POR TRUMP POR LAVAGEM PARA PCC RECEBEU R$ 514 MILHÕES DE REDE LIGADA AO CARECA DO INSS
Victory Trading, alvo de sanções americanas por suposta ligação com o PCC, movimentou centenas de milhões com empresas investigadas na CPMI do INSS. PF apura possível relação de Lulinha como sócio oculto do lobista Careca do INSS.
A empresa Victory Trading, sancionada pelo governo Trump por suposta lavagem de dinheiro para o PCC, recebeu R$ 514 milhões de firmas ligadas à rede investigada do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. A informação reforça as suspeitas sobre conexões entre esquemas de fraudes no INSS e operações financeiras questionadas internacionalmente.
SANÇÕES AMERICANAS CONTRA A VICTORY TRADING![]()
O Departamento do Tesouro dos EUA sancionou a Victory Trading e seu sócio Victor Henrique de Oliveira Shimada por suposto envolvimento em lavagem de mais de US$ 30 milhões para o PCC, utilizando criptomoedas. A medida ocorreu após Trump classificar a facção como organização terrorista.
CONEXÃO COM A REDE DO CARECA DO INSS
Segundo reportagens e documentos da CPMI do INSS, a Victory Trading recebeu os recursos da Wave Intermediações, empresa apontada como parte da rede Arpar — estrutura suspeita de lavagem de dinheiro oriundo de fraudes contra aposentados. A movimentação ocorreu entre setembro de 2023 e setembro de 2024.
O PAPEL DE LULINHA NAS INVESTIGAÇÕES
A Polícia Federal apura se Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, atuou como sócio oculto do Careca do INSS. Há indícios de proximidade, repasses financeiros via intermediários e viagens. A CPMI do INSS também investigou o caso, embora o relatório final tenha enfrentado resistências.
RESISTÊNCIA DO GOVERNO À CLASSIFICAÇÃO DO PCC
A postura do governo Lula em contestar a classificação do PCC como terrorista pelos EUA ganha novo contorno com essas conexões. Enquanto o Planalto fala em “soberania”, as investigações avançam e expõem supostas ligações entre poder público, lobistas e estruturas financeiras usadas pelo crime organizado.
O caso segue em apuração pela PF e chama atenção para a necessidade de transparência total e combate sem trégua ao crime, independentemente de quem esteja envolvido.

