O Estado Islâmico (ISIS) ameaçou realizar ataques durante a Copa do Mundo de 2026. A manifestação foi divulgada nesta quinta-feira, 18 de junho de 2026, em uma publicação semanal digital do grupo terrorista, que incita seguidores a mirar o maior evento esportivo do planeta, com sede principal nos Estados Unidos.

PROPAGANDA JIHADISTA APONTA EVENTO COMO ALVO

A publicação reforça o padrão histórico do ISIS de usar grandes eventos esportivos como alvos simbólicos do Ocidente. O grupo incentiva “ataques de grande impacto” em estádios e áreas adjacentes, explorando a visibilidade global da competição. Autoridades americanas, mexicanas e canadenses já monitoravam riscos elevados, especialmente após propaganda anterior contra o torneio. A nova ameaça ocorre em contexto de tensões internacionais, incluindo conflitos no Oriente Médio.

CONTEXTO DE SEGURANÇA E ANTECEDENTES

A Copa 2026 será a maior edição da história, com jogos em três países. Especialistas em contraterrorismo alertam para o risco de “lobos solitários” inspirados pela propaganda do ISIS, semelhante a tentativas passadas contra Mundiais e Olimpíadas. Os Estados Unidos, principal sede, mantêm alto nível de vigilância, com operações de inteligência focadas em extremistas. O plano de Trump para segurança reforça medidas preventivas, mas a ameaça jihadista expõe vulnerabilidades em eventos de massa.

REAÇÃO E IMPACTO PARA A DIREITA CONSERVADORA

Para bolsonaristas e conservadores, o episódio reforça a necessidade de liderança firme contra o terrorismo islâmico radical, contrastando com políticas de fronteiras abertas da esquerda que facilitam infiltração. O governo Trump, alinhado a valores de segurança nacional e soberania, é visto como mais preparado para enfrentar tais ameaças. A propaganda do ISIS destaca o fracasso de abordagens “multiculturalistas” em conter o extremismo, servindo de alerta para o Brasil e o Ocidente sobre os riscos reais do radicalismo islâmico.