ESQUEMA ENVOLVENDO PCC, DEOLANE, VEREADOR PETISTA E MÁFIA ITALIANA É ALVO DE OPERAÇÃO
Empresa de ônibus Transunião, investigada por lavagem de dinheiro do PCC, tem ligações com esquema que envolve a influenciadora Deolane Bezerra, consórcio com a máfia italiana ’Ndrangheta e vereador petista Senival Moura (P7), preso temporariamente.
Operação deflagrada nesta quinta-feira (25) revelou conexões de uma empresa de ônibus com o Primeiro Comando da Capital (PCC), a influenciadora Deolane Bezerra e até a máfia italiana ’Ndrangheta. A Transunião Transportes S/A é apontada como peça central em mecanismo de circulação, ocultação e redistribuição de valores do crime organizado.
INVESTIGAÇÕES APONTAM DOMINAÇÃO DO TRANSPORTE PÚBLICO PELO PCC
De acordo com o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e o Ministério Público, a empresa seria usada para lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. É a quarta companhia de transporte da capital alvo de apurações por elo com a facção. As investigações identificaram estrutura informal de comando para destinação dos recursos.
PRISÃO DE VEREADOR PETISTA E DIRETORES
A Justiça decretou prisão temporária do vereador Senival Moura (P7) e de diretores da Transunião, incluindo o presidente Lourival de França Monário. Outros envolvidos são Leonel Moreira Martins, Jair Ramos de Freitas (Cachorrão) e Devanil de Souza Nascimento. O caso tem conexão com apurações anteriores sobre Deolane Bezerra e consórcio com a máfia calabresa./i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_63b422c2caee4269b8b34177e8876b93/internal_photos/bs/2026/F/h/o2ROT2Q1K6qsfq4FBTTQ/53321292725-c78eb729da-k.jpg)
DEFESA DO VEREADOR NEGA ACUSAÇÕES
O advogado Márcio Sayeg afirmou que Senival Moura recebeu a prisão com “profunda indignação” e que sempre atuou com “compromisso com a população, transparência e respeito às instituições democráticas”.
IMPACTO E GRAVIDADE DO ESQUEMA
O envolvimento de uma facção criminosa como o PCC no transporte público, com ramificações internacionais via máfia italiana, expõe falhas graves na segurança e na fiscalização de contratos públicos. Para a direita conservadora, o caso reforça a crítica à infiltração do crime organizado em setores estratégicos e a necessidade de combate implacável à corrupção, independentemente de siglas partidárias.

