As acusações do influenciador Paulo Figueiredo e do deputado Gustavo Gayer sobre um suposto “informante” que repassaria estratégias de Flávio Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal direcionaram atenções nas redes para o senador Ciro Nogueira (PP-PI). Figueiredo afirmou em vídeo que o grupo já teria identificado quem reportava os passos do senador ao STF, sem revelar o nome.

A desconfiança apoia-se no inquérito no STF, conduzido pela Polícia Federal, que investiga Ciro por supostas “mesadas” milionárias e vantagens pagas pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro em troca de favores políticos. Relatórios da PF apontam repasses de ao menos R$ 6 milhões entre 2024 e 2025, além de viagens e outras benesses, segundo veículos como Folha, G1, Estadão e CNN Brasil. A defesa do senador nega irregularidades.

O post do Panorama | Análise destaca que a hipótese de negociação de dados por Ciro em troca de alívio judicial faz parte exclusivamente de especulações e teorias levantadas por usuários nas redes sociais, sem confirmação formal ou acusações oficiais. Ciro não se reelegeu ao Senado e enfrenta a iminente perda do foro privilegiado.