O empresário criciumense Douglas Demétrio, fundador da Obras Sul (presente em sete estados com mais de mil funcionários), denunciou pressão do Ministério Público do Trabalho (MPT) para gravar vídeo retratando orientações pessoais dadas em reuniões internas. A multa prevista por descumprimento é de R$ 30 mil.

CONSELHOS DE CARÁTER PESSOAL

Demétrio orienta colaboradores com valores como “homem não deve trair sua esposa, deve sustentar a família, honrar e proteger os filhos e pagar suas contas em dia”. Segundo ele, esses conselhos visam formar “pessoas melhores” e não serão abandonados.

REAÇÃO DO EMPRESÁRIO

Em vídeo nas redes sociais, Demétrio reafirma compromisso com formação moral e profissional de sua equipe, questionando a interferência estatal em orientações privadas dentro da empresa.

ANÁLISE EDITORIAL CONSERVADORA

O caso exemplifica o avanço do Estado laicista e ideológico contra valores tradicionais da família, responsabilidade e honestidade — pilares defendidos pela direita conservadora e bolsonarista. Orientar funcionários para uma vida reta não é constrangimento, mas liderança responsável. O MPT age como polícia do pensamento, criminalizando princípios cristãos e familiares em nome de uma “neutralidade” que na prática favorece agendas progressistas. Empresários têm direito de transmitir visão de mundo alinhada com bons costumes sem interferência estatal.

A defesa da liberdade de expressão e da família deve ser intransigente. Casos como esse reforçam a necessidade de um governo que proteja o setor produtivo e valores tradicionais.