A dívida bruta do Brasil alcançou 81,1% do PIB em maio de 2026, conforme dados do Tesouro Nacional. O número representa forte alta em relação aos 71,7% registrados quando Lula assumiu o governo em janeiro de 2023. A trajetória, divulgada pelo Poder360, mostra o endividamento crescendo de forma preocupante sob a atual administração petista.

LULA MINIMIZA O PROBLEMA

Desde que foi eleito, Lula já deu pelo menos seis declarações desdenhando do aumento da dívida. Em abril de 2023, afirmou que “não tem problema endividar o país se for para ele crescer”. Em junho de 2024, chamou a dívida de “troco de tão pequena que é” se comparada a outros países. Recentemente, voltou a afirmar que o “mundo não vai cair” com déficit primário de 0,20% do PIB.

A postura contrasta com a realidade dos números: a dívida subiu +9,4 pontos percentuais desde o fim do governo anterior e continua em trajetória de alta.

TRAJETÓRIA DO ENVIDAMENTO

O gráfico revela o comportamento da dívida ao longo dos anos:

  • Dez/2014 (Dilma): 56,3%
  • 2018 (Temer): 75,3%
  • 2022 (Bolsonaro): 71,7%
  • Maio/2026 (Lula): 81,1%

Mesmo após o período de grandes gastos da pandemia, o governo Bolsonaro entregou as contas em trajetória de controle. Sob Lula, o endividamento voltou a acelerar.

IMPACTO NO BOLSO DO BRASILEIRO

Dívida pública elevada significa mais juros, menos recursos para investimentos em saúde, educação, segurança e infraestrutura. Para a direita conservadora e para milhões de brasileiros, esse modelo de gastar mais do que se tem representa risco à soberania nacional, à estabilidade econômica e ao futuro das próximas gerações. Defender responsabilidade fiscal não é opção — é necessidade.

CONTRADIÇÃO DO GOVERNO PT

Enquanto Lula e seus aliados tentam normalizar o rombo nas contas, o brasileiro sente no dia a dia os efeitos da má gestão: inflação persistente, juros altos e crescimento anêmico. A declaração de que “o mundo não vai cair” soa como desprezo pela realidade vivida por quem paga a conta.

O Editorial Central segue acompanhando o tema. A dívida não é “troco”. É um problema sério que exige correção de rumo urgente.