DÍVIDA BRUTA DO BRASIL CHEGA A 81,1% DO PIB SOB LULA E GOVERNO PT IGNORA ALERTA
Enquanto o endividamento público explode e atinge o maior patamar recente, o presidente Lula minimiza o problema em ao menos seis declarações desde 2022, afirmando que “não tem problema endividar o país” e que a dívida é “troco” perto de outros países.
A dívida bruta do Brasil alcançou 81,1% do PIB em maio de 2026, conforme dados do Tesouro Nacional. O número representa forte alta em relação aos 71,7% registrados quando Lula assumiu o governo em janeiro de 2023. A trajetória, divulgada pelo Poder360, mostra o endividamento crescendo de forma preocupante sob a atual administração petista.
LULA MINIMIZA O PROBLEMA
Desde que foi eleito, Lula já deu pelo menos seis declarações desdenhando do aumento da dívida. Em abril de 2023, afirmou que “não tem problema endividar o país se for para ele crescer”. Em junho de 2024, chamou a dívida de “troco de tão pequena que é” se comparada a outros países. Recentemente, voltou a afirmar que o “mundo não vai cair” com déficit primário de 0,20% do PIB.
A postura contrasta com a realidade dos números: a dívida subiu +9,4 pontos percentuais desde o fim do governo anterior e continua em trajetória de alta.
TRAJETÓRIA DO ENVIDAMENTO
O gráfico revela o comportamento da dívida ao longo dos anos:
- Dez/2014 (Dilma): 56,3%
- 2018 (Temer): 75,3%
- 2022 (Bolsonaro): 71,7%
- Maio/2026 (Lula): 81,1%
Mesmo após o período de grandes gastos da pandemia, o governo Bolsonaro entregou as contas em trajetória de controle. Sob Lula, o endividamento voltou a acelerar.
IMPACTO NO BOLSO DO BRASILEIRO
Dívida pública elevada significa mais juros, menos recursos para investimentos em saúde, educação, segurança e infraestrutura. Para a direita conservadora e para milhões de brasileiros, esse modelo de gastar mais do que se tem representa risco à soberania nacional, à estabilidade econômica e ao futuro das próximas gerações. Defender responsabilidade fiscal não é opção — é necessidade.
CONTRADIÇÃO DO GOVERNO PT
Enquanto Lula e seus aliados tentam normalizar o rombo nas contas, o brasileiro sente no dia a dia os efeitos da má gestão: inflação persistente, juros altos e crescimento anêmico. A declaração de que “o mundo não vai cair” soa como desprezo pela realidade vivida por quem paga a conta.
O Editorial Central segue acompanhando o tema. A dívida não é “troco”. É um problema sério que exige correção de rumo urgente.

