DAMARES DEFENDE ALCOLUMBRE APÓS DENÚNCIA DE US$ 30 MILHÕES E DESTACA TRABALHO EM COMISSÕES
Senadora elogia o presidente do Senado por não interferir em investigações como a CPMI do INSS e grupo de trabalho sobre o Banco Master, afirmando que ele “deixou a gente à vontade” em busca de verdades, mesmo após denúncia envolvendo milhões de dólares.
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) saiu em defesa do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (ou Alcolumbre, conforme referências no debate), após denúncia envolvendo supostos US$ 30 milhões. Em pronunciamento, Damares destacou que o presidente da Casa não interferiu nos trabalhos da CPMI do INSS, do grupo de trabalho sobre o Banco Master e em outras iniciativas de fiscalização, permitindo o funcionamento pleno das comissões.
DAMARE S RESSALTA AUTONOMIA DADA A INVESTIGAÇÕES NO SENADO
Damares afirmou ter sido autora do pedido da CPMI do INSS, recolhido assinaturas no recesso e participado intensamente dos trabalhos, inclusive até altas horas. Segundo ela, o presidente “não interferiu uma única vez”, permitindo apurações sobre o INSS e o Banco Master. A senadora também é relatora de proposta de fiscalização contra o Banco Master e coordenadora técnica de documentos no grupo de trabalho.
DEFESA CONTRA ACUSAÇÕES DE INTIMIDAÇÃO E RECUO
A senadora rebateu críticas de que o presidente recuaria após a denúncia, lembrando que ele autorizou abertura de sessões e microfones na segunda-feira (10), permitindo debates livres. “Queriam te tirar do foco. Você não vai sair do foco”, disse Damares, exaltando o funcionamento normal das comissões e do plenário mesmo em meio às polêmicas.
CONTEXTO DE DENÚNCIAS E PRESSÃO POR TRANSPARÊNCIA NO SENADO
A defesa ocorre em momento de questionamentos sobre o comando do Senado e supostas irregularidades envolvendo grandes quantias. Enquanto Damares apresenta o presidente como defensor da autonomia das investigações, críticos veem o episódio como mais um capítulo de blindagem mútua entre parlamentares, especialmente diante de temas recorrentes como o Banco Master, que já apareceu em outras operações da PF.
DIREITA COBR A EFETIVIDADE REAL DAS INVESTIGAÇÕES NO CONGRESSO
Embora Damares celebre a “casa funcionando divinamente”, a população espera resultados concretos das CPMIs e grupos de trabalho, não apenas sessões e discursos. Casos como o Banco Master e irregularidades no INSS reforçam a percepção de que o Congresso, independentemente de quem presida, ainda patina na entrega de punições efetivas contra a corrupção sistêmica que assola o país há décadas.

