A rondoniense Fabíola Rocha da Silva, condenada pelo Supremo Tribunal Federal a 17 anos de prisão por participação nos atos de 8 de janeiro, publicou uma carta aberta relatando a perda trágica de seu filho caçula. Segundo vídeo do canal Max Pitangui intitulado "Relato de Exílio e Perda", a ex-gerente de mercado, que fugiu para a Argentina em abril de 2024, precisou enterrar o jovem por meio de uma videochamada. O relato descreve um cenário de perseguição e medo sob o atual governo e o Judiciário brasileiro, destacando que o filho já possuía passagens compradas para reencontrá-la no exílio.