O senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG) publicou vídeo em que confronta um juiz afastado das funções em Divinópolis (MG), questionando o fato de o magistrado continuar recebendo salário de aproximadamente R$ 40 mil por mês apesar de estar afastado. O parlamentar criticou duramente o que considera um privilégio injusto pago pelos trabalhadores brasileiros, especialmente aqueles submetidos à escala 6×1.

CONTEXTO E HISTÓRICO

O caso refere-se ao juiz Ather Aguiar, da Vara da Fazenda Pública e Autarquias de Divinópolis. Em 2023, ele foi afastado preventivamente pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais por supostas irregularidades, incluindo assédio moral contra estagiárias. Em vez de punição efetiva, o magistrado recebeu aposentadoria compulsória, mantendo o salário integral sem exercer a função.

PERSONAGENS E ENVOLVIDOS

  • Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG): Senador que expôs o caso publicamente.
  • Juiz Ather Aguiar: Magistrado afastado que continua recebendo alto salário.
  • Tribunal de Justiça de Minas Gerais: Responsável pelo afastamento e pela manutenção do pagamento.
  • Trabalhadores brasileiros: Pagadores dos privilégios do Judiciário.
  • População de Divinópolis: Reagiu com aplausos à abordagem do senador.

REAÇÕES

A direita conservadora e bolsonaristas elogiaram a atitude firme de Cleitinho, vendo-a como defesa do contribuinte contra os privilégios do Judiciário. Muitos destacam a coragem do senador em confrontar o que consideram ativismo judicial e impunidade corporativa. A população presente no local aplaudiu as declarações do parlamentar.

CONSEQUÊNCIAS

O episódio expõe mais uma vez o descolamento entre o Judiciário e a realidade do contribuinte brasileiro, que arca com salários elevados mesmo em casos de afastamento por irregularidades. O caso alimenta o debate sobre a necessidade de reformas para acabar com privilégios e garantir maior accountability no Poder Judiciário.

POSSÍVEIS DESDOBRAMENTOS

O vídeo de Cleitinho deve ampliar a pressão popular contra privilégios judiciais. Pode haver novas investigações ou debates no Congresso sobre a aposentadoria compulsória e o pagamento de salários a magistrados afastados por conduta irregular. O senador indicou que continuará fiscalizando esses casos.