CARLOS VIANA MANDA RECADO DIRETO A ALEXANDRE DE MORAES EM DESABAFO
Senador Carlos Viana (Podemos-MG) não poupou críticas ao ministro do STF e cobrou afastamento imediato em meio ao escândalo do Banco Master. “Em qualquer país sério, Moraes estaria fora do cargo”, afirmou o presidente da CPMI do INSS.
O senador Carlos Viana subiu o tom contra o ministro Alexandre de Moraes em desabafo que repercutiu nas redes. Durante declaração forte, o parlamentar mandou recado claro: o magistrado deveria ser afastado do cargo para garantir isenção nas investigações que envolvem o Banco Master e supostas relações com Daniel Vorcaro.
VIANA COBRA AFASTAMENTO DE MORAES
Presidente da CPMI do INSS, Viana destacou que mensagens trocadas por Vorcaro no dia de sua prisão teriam sido enviadas para um número funcional do STF. “Em qualquer país sério do mundo, o ministro Alexandre de Moraes estaria afastado do cargo até que a investigação terminasse”, disse o senador. Ele defendeu que o STF esclareça quem usava o aparelho e cobrou investigação profunda.
ESCÂNDALO MASTER E SUSPEITAS
O caso envolve supostas irregularidades no Banco Master, com questionamentos sobre influência de ministros do STF. Viana apontou promiscuidade perigosa entre Poderes e afirmou que, se confirmadas as suspeitas, o envolvimento configuraria crime. O senador criticou a omissão do Senado e defendeu coragem para investigar, incluindo possível impeachment.
CONTEXTO DE ATIVISMO JUDICIAL
O desabafo de Viana se insere na crescente insatisfação do Congresso com excessos do STF, especialmente de Moraes. Críticos conservadores veem no ministro um símbolo de autoritarismo, censura e uso político do Judiciário contra a direita e bolsonaristas. A defesa da soberania do Legislativo e da separação de Poderes ganha força.
REAÇÃO DA DIREITA
Para o público conservador, o recado de Viana representa resistência necessária contra o ativismo judicial que ameaça a democracia. Com o avanço da direita e o apoio simbólico de Trump, cresce a pressão por freios a abusos de autoridade que blindam o governo Lula e perseguem oposição.
O senador reforçou que o Brasil precisa de instituições equilibradas, onde ninguém esteja acima da lei. O desabafo serve de alerta: o Congresso não pode mais se omitir.

